A Camp, Aimee Mann, Alana Davis,
Ani DiFranco, Arcade Fire, Basement Jaxx, Ben Kweller, Beth
Orton, Carina Round, Carla Werner, Casey Dienel, Cerys Matthews,
Coldplay, David Gray, Elliot Smith, Eurythmics, Fiona Apple,
Frou Frou, Garbage, Hole, Imogen Heap, Jeff Buckley, Joanna
Newsom, Jon Brion, Joni Mitchell, Juana Molina, Kanye West,
Kate Bush, Kylie Minogue, Lamb, Leona Ness, Lisa Loeb, Liz
Phair, Martina Topley-Bird, Maxïmo Park, Melissa Auf Der Maur,
M.I.A., Missy Elliott, Natalie Merchant, Nellie McKay, Nikka
Costa, Nina Simone, No Doubt, Norah Jones, Outkast, Paula
Cole, Peaches, Pete Yorn, Radiohead, Regina Spektor, Rufus
Wainwright, Shannon Wright, Shelby Lynne, Sheryl Crow, The
Cardigans, The Killers, The Streets, The White Stripes, Tori
Amos, Yann Tiersen, Yeah Yeah Yeahs, Zero 7, ... e muitas
outras cositas.
A Cor Púrpura, Antes do Amanhecer,
Antes do Pôr-do-Sol, Amadeus, Amores Brutos, As Horas, Boogie
Nights, Brilho Eterno, Caindo na Real, Central do Brasil,
Clube da Luta, Cidadão Kane, Corra Lola Corra, Dançando
no Escuro, Donnie Darko, Ed Wood, Elefante, Embriagado de
Amor, Empire Records, Encontros e Desencontros, E Sua Mãe
Também, Evil Dead, Fantasia, Fargo, Hedwig, História Real,
Janela Indiscreta, Magnólia, O Bebê de Rosemary, O Casamento
de Muriel, O Fabuloso Destino de Amèlie Poulain, O Iluminado,
O Mágico de Oz, O Piano, O Povo Contra Larry Flynt, O Que
Terá Acontecido à Baby Jane?, Os Excêntricos Tenenbaums,
Os Incríveis, Pequena Miss Sunshine, Pi, Psicose, Quanto
Mais Quente Melhor, Quase Famosos, Réquiem Para um Sonho,
Seven, Thelma & Louise, Vertigo...
Criado em 2001 pelo guitarrista norte-americano Ian MacKaye e a baterista Amy Farina, sua esposa. Nos anos 80 e 90, MacKaye esteve à frente de três bandas hardcore: Fugazi, Minor Threat e Embrace. O The Evens, com esta formação de guitarra e bateria (a mesma do White Stripes), faz o que chamam de hard-folk e tem dois discos gravados (The Evens e Get Evens).
O show da banda aconteceu no Santander Cultural (25/03) para um grupo de 200 pessoas. Como Ian deixou claro no início, não haveria barreiras entre eles e o público. Ambos funcionam muito bem no palco, cada um com agilidade e precisão em seu instrumento - sem contar o vocal adorável e marcante de Amy e a guitarra de MacKaye que soa em momentos como um baixo.
Lá pelo meio do show, Ian inicia uma conversa de como as pessoas conhecem as suas músicas, na verdade uma pergunta. A resposta dada pelo próprio, é clara: tudo via internet. Eles mostram-se totalmente a favor desta troca. Afinal de contas, um CD é apenas uma caixa de plástico e se nós, brasileiros, não podemos adquirir um desses, restou apenas a Ian dizer "Thank You" pelos vários downloads, pois seria egoísmo não compartilhar suas canções.
Algumas das músicas apresentadas foram "Cut from the Cloth", "Shelter Two", "Blessed Not Lucky", "Dinner with the President", "No Money" e "Until They're Clear", canção dedicada a todos no ambiente. É interessante como a banda interage com o público fazendo comentários sobre algumas das canções ou pedindo a participação das pessoas nos refrões (ensinando antes de iniciar as músicas, as frases a serem cantadas).
Praticamente, um show privado - o qual ainda tenho o privilégio de colocar um vídeo aqui (feito no amadorismo, desculpe)
"Crude Bomb" ao vivo, melhor que no disco
No final da apresentação, quando todos se preocupavam em puxar uma conversa com MacKaye, restou a mim chamar a adorável Amy Farina para uma fotinho.
Maude Maggart nasceu em Nova Iorque e tinha grandes chances de ingressar no meio artístico. Seus pais são veteranos da Broadway (Brandon Maggart e Diane McAfee) e sua irmã a cantora Fiona Apple - com quem divide a faixa "It's Only a Paper Moon" no álbum With Sweet Despair.
Seguindo uma linha oposta à da irmã, Maude oferece um delicioso repertório com arranjos dos anos 20 e 30. Sua atitude clássica e vocal cristalino transporta o seu ouvinte à era da Depressão norte-americana. As composições são pequenas jornadas que vagam entre o belo e sujo do amor. Suas canções são interpretadas como acontecimentos de sua vida.
Com interpretações de Irving Berlin, Cole Porter e outros grandes músicos norte-americanos, a crítica a considera a atual musa do cabaret. Maude necessita apenas de um piano, um cello e violinos para montar uma atmosfera única e regressar no tempo.
No seu álbum Maude Maggart Sings Irving Berlin (foto), um de seus melhores, a cantora selecionou as primeiras obras entre as mais de 1.500 que Berlin escreveu ao longo da carreira. Em relação ao trabalho do compositor, a artista afirma que são composições modestas. De linguagem simples e popular, provavelmente porque ele aprendeu inglês nas ruas. No entanto, é musicalmente que atinge o seu auge de forma pura. Maude afirma que "sentimentos são sentimentos independentes de quando foram escritos".
Quando questionada sobre outros estilos de música, Maggart responde: "Vamos ver. Tenho uma mente aberta: pop, rock, hip-hop, R&B". Seu ecletismo inclui: Linda Eder, Chaka Khan, Destiny´s Child, Ani DiFranco, "e, claro que, minha irmã".
Dica de download: Alexander's Ragtime Band" (), "Pack up Your Sins and Go to the Devil/Everybody Step" () e "Forty-Second Street/Boulevard of Broken Dreams" ()
Conheceram-se quando George gravava o seu primeiro álbum solo (All Rise). Na época, decidiram fazer um projeto que unisse o pop eletrônico, adicionado ao estilo comum admirado por ambos: o jazz. O grupo denomina-se, em seu MySpace, como um filme futurista dos anos 60 passado no Brasil. As referências são extraídas de artistas como The Carpenters e Burt Bacharach com as tecnologias de Kurst e a sensualidade e suavidade vocal de George.
The Bird and the Bee é uma das grandes revelações do ano com um disco extremamante envolvente. E "Again & Again" uma das músicas mais chicletes de seu álbum.
Vídeo de "Again & Again"
Dica de download: "Again & Again" (MP3), "F*cking Boyfriend" (MP3) e "I´m a Broken Heart" (MP3)
Sinceramente, não dou muita bola para todo esse "auê" com a Britney Spears engravidar, casar, engravidar, separar, andar sem calcinha, sair com a Paris Hilton, agredir paparazzi, cheirar, transar com qualquer um, encher a cara, raspar a cabeça (Sinead Spears), escrever o número 666 no couro cabeludo e dizer que é o Anti-Cristo.
Ainda mais quando alguém no Youtube lança um vídeo (dica do kinho) como esse abaixo, com a canção da ótima Amy Winehouse.
They tried to make me go to rehab but
I said 'no, no, no'
Como dá para levar alguma coisa à sério neste caso?
The Riches promete ser a grande surpresa na nova grade de programação do canal FX - além de ser o primeiro drama familiar feito pelo canal.
Criada por Dmitry Lipkin, a série apresenta 13 episódios em sua primeira temporada. O programa conta as aventuras de um casal de trapaceiros, Wayne e Dahlia, que passou a juventude viajando como nômades pelos EUA. Anos depois, Wayne entra em crise de meia-idade e começa a se perguntar sobre seu estilo de vida, ao mesmo tempo em que sua mulher sai da prisão e volta a fazer parte da família.
É hora de batalhar por uma vida normal, enquanto tentam escapar de seus antigos amigos. Quando encontram outra família morta em um acidente de carro, decidem assumir suas identidades e mudam-se ao subúrbio no lugar dos falecidos.
Os personagens principais são interpretados por Eddie Izzard (12 Homens e Um Segredo) e Minnie Driver (indicada ao Oscar por Gênio Indomável). As crianças são os atores Shannon Marie Woodward (Grounded for Life), Noel Fisher (Medium) e Aidan Mitchell.
Sempre tive uma enorme simpatia pela atriz Minnie Driver. Será que o seu futuro está num programa de televisão?
Quem assistiu ao piloto, já elogia. E quem não assistiu ainda (eu, por exemplo) estou quase elogiando só pelas promo divulgadas na Internet.
The Riches estréia dia 13 de março nos EUA. Sem data prevista por aqui.