A Camp, Aimee Mann, Alana Davis,
Ani DiFranco, Arcade Fire, Basement Jaxx, Ben Kweller, Beth
Orton, Carina Round, Carla Werner, Casey Dienel, Cerys Matthews,
Coldplay, David Gray, Elliot Smith, Eurythmics, Fiona Apple,
Frou Frou, Garbage, Hole, Imogen Heap, Jeff Buckley, Joanna
Newsom, Jon Brion, Joni Mitchell, Juana Molina, Kanye West,
Kate Bush, Kylie Minogue, Lamb, Leona Ness, Lisa Loeb, Liz
Phair, Martina Topley-Bird, Maxïmo Park, Melissa Auf Der Maur,
M.I.A., Missy Elliott, Natalie Merchant, Nellie McKay, Nikka
Costa, Nina Simone, No Doubt, Norah Jones, Outkast, Paula
Cole, Peaches, Pete Yorn, Radiohead, Regina Spektor, Rufus
Wainwright, Shannon Wright, Shelby Lynne, Sheryl Crow, The
Cardigans, The Killers, The Streets, The White Stripes, Tori
Amos, Yann Tiersen, Yeah Yeah Yeahs, Zero 7, ... e muitas
outras cositas.
A Cor Púrpura, Antes do Amanhecer,
Antes do Pôr-do-Sol, Amadeus, Amores Brutos, As Horas, Boogie
Nights, Brilho Eterno, Caindo na Real, Central do Brasil,
Clube da Luta, Cidadão Kane, Corra Lola Corra, Dançando
no Escuro, Donnie Darko, Ed Wood, Elefante, Embriagado de
Amor, Empire Records, Encontros e Desencontros, E Sua Mãe
Também, Evil Dead, Fantasia, Fargo, Hedwig, História Real,
Janela Indiscreta, Magnólia, O Bebê de Rosemary, O Casamento
de Muriel, O Fabuloso Destino de Amèlie Poulain, O Iluminado,
O Mágico de Oz, O Piano, O Povo Contra Larry Flynt, O Que
Terá Acontecido à Baby Jane?, Os Excêntricos Tenenbaums,
Os Incríveis, Pequena Miss Sunshine, Pi, Psicose, Quanto
Mais Quente Melhor, Quase Famosos, Réquiem Para um Sonho,
Seven, Thelma & Louise, Vertigo...
Como é de costume.... mais uma está pronta.
Vale lembrar que as músicas escolhidas, não são necessariamente dos melhores discos do ano (na minha opinião, é claro). Para isso, basta acessar o top 50 álbuns de 2006.
UAU. Cartas de Iwo Jima prova o carisma que Clint Eastwood tem entre os membros da Academia. Até aí, nenhuma novidade. Mas, fazer com que um filme como Dreamgirls, que todo mundo achava certo na lista de indicados na categoria principal, ficar de fora.... não tem o que dizer. A briga agora fica feia entre os filmes de Eastwood, Scorsese e Alejandro González Iñárritu (Babel). Apesar de que torço os dedos por Pequena Miss Sunshine.
Diretor - 4/5
Paul Greengrass tem uma indicação merecidíssima pelo seu Vôo United 93. No entanto, a categoria tem cara de deja vu, com a briga acirrada entre Scorsese (que nunca levou o Oscar de direção) e Eastwood.
Ator - 4,5/5
Acertei o nome de Leonardo DiCaprio, não o filme que lhe rendeu a indicação. Will Smith aparece na lista, comprovando o que muitos esperavam, mas já é o grande azarão. E Borat... não deu para ti... vai reclamar com o Jim Carrey.
Atriz 5/5
Consegui acertar todos os palpites - já era hora. Não há o que dizer sobre as interpretações e a qualidade das atrizes indicadas. É uma categoria extremamente justa com nomes de peso.
Ator Coadjuvante 3/5
Brad Pitt e Jack Nicholson ficam de fora, dando lugar para Mark Walhberg (Os Infiltrados - merecida indicação - afinal foi ignorado na época de Boogie Nights) e Djimon Hounsou (Diamante de Sangue). Mas alguém duvida que esse é o ano de Eddie Murphy? Só mesmo Alan Arkin para lhe passar a perna e mudar o jogo. Caso contrário, o prêmio já tem dono.
Atriz Coadjuvante - 5/5
Abigail Breslin é a alma de Pequena Miss Sunshine . Mesmo com poucas chances de levar o prêmio deve ter deixado a atriz mirim Dakota Fanning morrendo de inveja - pelo menos, foi o que pensei. E é impressionante como sempre acerto as atrizes.
Roteiro Original - 3/5
O Labirinto do Fauno e Cartas de Iwo Jima tiraram as chances de United 93 e até mesmo o "novo Charlie Kaufman" (como alguns chamam o roteirista de Mais Estranho que a Ficção) de concorrer ao prêmio de roteiro. Apesar de A Rainha ser o grande favorito... o meu é aquele de sempre... no one gets left behind.
Roteiro Adaptado - 2/5
Se eu consegui errar bastante em uma categoria, foi nesta. Senti falta de Obrigado por Fumar, que acabou dando lugar para Borat e Notas Sobre um Escândalo. Aqui parece que é Os Infiltrados que leva não? Quase sempre rola os favoritismos de Melhor Filme levando roteiro também ...
Animação - 3/3
A Academia pode ser tão previsível de vez em quando, não é mesmo?
Música 3/5
Dreamgirls leva três das cinco indicações - já é um sinal de que o longa tem grandes chances de levar a estatueta de melhor canção original. E Prince, mesmo levando o Globo de Ouro pela música do filme do pingüim, nem deu as caras na lista de indicados.
Ps: minhas apostas estão no post do dia 22 de janeiro (abaixo).
Ps2: Lista completa dos indicados em todas as categorias - aqui.
Ps3: Não falo mais em Oscar... agora só quando for fazer apostas para vencedores (e quando assistir todos os filmes indicados e fazer post especial)
Trilha do Post:
O disco da Alana Davis, Fortune Cookies
No próximo dia 23 de janeiro serão anunciados os indicados ao Oscar deste ano.
Aproveitando a ocasião, colocarei minhas apostas aqui - afinal, meu espírito de jogatina está com tudo (acho que sou um dos poucos que acredita que o Sasha Baron Cohen pode concorrer).
Bill Condon (Dreamgirls) Paul Greengrass (Vôo United 93)
Clint Eastwood (Cartas de Iwo Jima)
Stephen Frears (A Rainha)
Alejandro González Iñárritu (Babel)
Martin Scorsese (Os Infiltrados)
Podem escolher: Paul Greengrass (Vôo United 93)
Se o mundo fosse justo: Alfonso Cuarón (Filhos da Esperança)
Podem escolher: Maggie Gyllenhaal (Sherrybaby)
Se o mundo fosse justo: Toni Collette (Pequena Miss Sunshine)
Melhor Ator Coadjuvante:
Jackie Earle Haley (Pecados Íntimos)
Alan Arkin (Pequena Miss Sunshine)
Eddie Murphy (Dreamgirls)
Brad Pitt (Babel) Mark Walhberg (Os Infiltrados)
Jack Nicholson (Os Infiltrados) Djimon Hounsou (Diamante de Sangue)
Podem escolher: Ben Affleck (Hollywoodland)
Se o mundo fosse justo: Steve Carrel (Pequena Miss Sunshine)
Melhor Atriz Coadjuvante:
Adriana Barraza (Babel)
Cate Blanchett (Notas Sobre Um Escândalo)
Abigail Breslin (Pequena Miss Sunshine)
Jennifer Hudson (Dreamgirls)
Rinko Kikuchi (Babel)
Podem escolher: Emily Blunt (O Diabo Veste Prada)
Se o mundo fosse justo: Carmen Maura (Volver)
"Listen" (Dreamgirls)
"I Need to Wake Up" (Uma Verdade Inconveniente)
"Our Town" (Carros)
"Never Gonna Lose My Faith" (Bobby) "Love You I Do" (Dreamgirls)
"Song of the Heart" (Happy Feet - O Pingüim) "Patience" (Dreamgirls)
Podem escolher: "A Father´s Way" (À Espera da Felicidade)
Se o mundo fosse justo: "Til the End of Time" (Pequena Miss Sunshine)
E vocês? Apostam... ?
Trilha do Post:
O disco da Avril Lavigne, Under My Skin
"E hoje estou
Melhor a cada dia mais vontade
Tenho certeza que a sorte
Insistiu em me ajudar"
(trecho de "Precipício")
Conquistando um espaço cada vez maior no cenário nacional independente, a Pública () é um quinteto de Porto Alegre considerado uma das grandes revelações do rock nacional, de acordo com a Rolling Stone brasileira. Formada por Pedro Metz (voz e guitarra), Guri Assis Brasil (guitarra e backing vocal), João Amaro (piano, rhodes), Guilherme Almeida (baixo) e Cachaça (bateria), juntaram-se a primeira vez em 2002. Após três anos, a banda se reuniu em um sítio no Rio Grande do Sul, gravou durante dez dias para apresentar o disco de estréia.
Lançado em novembro de 2006, o álbum vem rasgando elogios da crítica especializada, não sendo difícil ver a banda como um dos grandes nomes do rock nacional independente. Polaris é um trabalho equilibrado nas melodias e escrita do vocalista Pedro Metz, responsável por grande parte das composições. As canções têm como pano de fundo a urbanidade e o amor, com toques de poesia. O piano melancólico, gravado no Teatro da Orquestra de Porto Alegre (OSPA), ou o rhodes executado de forma ágil por João Amaro anuncia e conduz a eficiência das faixas - como acontece em "Long Plays" e "Nem Sinal".
No caminho do lirismo e acordes do piano / rhodes, há as guitarras sujas que a banda carrega ("Sobre a Estrada), assim como os riffs arranhados hipnotizantes da faixa título. Momentos como "Prépicio" sintetizam o encontro dos elementos de forma esplendorosa. "Bicicleta", faixa presente no EP da banda gaúcha, vaga entre o lúdico e o despretensioso na participação de um coro que energiza a canção - finalizada como uma trajetória ou como os garotos diriam: "odisséia lunar".
Polaris apresenta ecos do rock inglês com essência psicodélica em composições que retratam o cotidiano num mundo onde as palavras traduzem, como o brilho de uma estrela, o sentimentalismo.
Ps. No dia 10 de dezembro, tive a oportunidade de assisti-los ao vivo e presenciar que essa aura de mudança não está exclusivamente em seu álbum. A banda é pura presença de palco.
Dica de download: Não há dica de download. O lance é comprar o disco que está sendo vendido num valor SUPER acessível.
Trilha do Post:
O disco Polaris - ganhei no dia 6 de janeiro do Rafa e autografado pelo vocalista para mim.
"Eu, o Kinho_ e todos que conhecemos" estamos colocando nossas apostas, nos blogs, para os possíveis ganhadores do Globo de Ouro. A cerimônia ocorre hoje à noite, será exibida pela Warner às 22 horas, e é o termômetro para o Oscar. Então, seguem as apostas (de TV também). Muitos não irão ganhar, mas tem meu "apoio e torcida" aqui.
CINEMA
Melhor Filme - Drama: Babel Melhor Atriz - Drama: Helen Mirren, A Rainha Melhor Ator - Drama: Forest Whitaker, O Último Rei da Escócia Melhor Filme - Comédia/Musical: Pequena Miss Sunshine / Dreamgirls Melhor Atriz - Comédia/Musical: Meryl Streep, O Diabo Veste Prada Melhor Ator - Comédia/Musical: Sacha Baron Cohen, Borat Melhor Atriz Coadjuvante Jennifer Hudson, Dreamgirls Melhor Ator Coadjuvante Eddie Murphy, Dreamgirls Melhor Diretor Martin Scorsese, Os Infiltrados Melhor Roteiro: A Rainha Melhor Filme Animação: Happy Feet - O Pingüim / Carros Melhor Filme Estrangeiro: O Labirinto do Fauno / Cartas de Iwo Jima Melhor Canção: "Listen", Dreamgirls / "The Song of the Heart" - Happy Feet - O Pingüim
TV
Melhor Série - Drama: Grey's Anatomy Melhor Ator em Série - Drama: Michael C. Hall, Dexter / Hugh Laurie - House Melhor Atriz em Série - Drama: Kyra Sedgwick, The Closer Melhor Série - Comédia: Ugly Betty Melhor Ator em Série - Comédia: Steve Carrell, The Office / Alec Bladwin - 30 Rock Melhor Atriz em Série - Comédia: Julia Louis-Dreyfus, The New Adventures Of Old Christine / America Ferrera - Ugly Betty Melhor Ator Coadjuvante: Masi Oka, Heroes / Jeremy Irons, Elizabeth I Melhor Atriz Coadjuvante: Katherine Heigl, Grey´s Anatomy / Emily Blunt - Gideon´s Daughter
Os dramas da família Fisher, donos de uma agência funerária, são de uma natureza impecável. Não aborda apenas o próprio umbigo de seus personagens e repletos de problemas pessoais, indo além quando expõe questões políticas (com comentários anti-Bush) e desmorona o american way of life - coisa que o roteirista Alan Ball (de Beleza Americana) tira de letra.
Vídeo promocional da Quinta Temporada
A série cresceu, desenvolveu personagens - inclusive os coadjuvantes - e revelou uma das minhas atrizes favoritas: a carismática Lauren Ambrose, agraciada pelo papel de Claire Fisher. A atriz tem uma cena espetacular quando discute com a mãe de um soldado morto no Oriente Médio sobre o papel "idiota" que os norte-americanos estão fazendo nessa Guerra, ao mesmo tempo que precisa lidar com uma tragédia pessoal.
A Sete Palmos apresenta um dos melhores elencos já vistos na televisão, com atores como Frances Conroy, Peter Krause, Michael C. Hall, Rachel Griffiths e com freqüentes participações especiais de Kathy Bates e Patricia Clarkson.
Despede-se de maneira triunfal. Alan Ball é realista como a natureza humana e não transforma o desfecho da série com o gosto popular. Tudo que começa, tem um fim. Nasce, cresce e morre. "Everything Ends".
Na pele de um policial e serial-killer, Michael C. Hall causa conforto e insegurança em seu espectador. Suas vítimas são aqueles que merecem pagar com a vida pelos seus crimes/atos. No piloto do programa, somos apresentados ao seu mundo, através de narrações em off, e métodos de vingança. A tensão cresce na medida em que Dexter estabelece um jogo com outro serial-killer (The Ice Truck Killer), responsável pela morte de prostitutas da região de Miami, com método peculiar de drenar o sangue e cortar os membros das vítimas - deixando o nosso heróico-psicopata "orgulhoso" das técnicas do novo amigo. A série caminha direitinho, pois prende a atenção e deixa o seu espectador apreensivo com os caminhos tomados pelo nosso herói e seu concorrente no crime. O desfecho da primeira temporada é uma virada de roteiro fantástica.
O drama de humanos que descobrem terem poderes a laX-Men é o mote de Heroes. A série deixa claro a influência das histórias em quadrinhos, logo no créditos e títulos iniciais. Na medida em que seus personagens vão tendo conhecimentos de seus poderes, mais frágeis se tornam como "pessoas normais". É o caso da menina Claire: ela pode se arrebentar num acidente de carro sem sofrer nenhum ferimento, no entanto não sabe comentar o dom com a família por medo de ser rejeitada. No elenco, ainda há o carismático japonês Hiro com seu poder de controlar o tempo. Gradualmente, revelações são esclarecidas, novos rumos traçados aos personagens, mais heróis integram a série para esclarecer o que todos têm em comum e sua verdadeira missão na Terra.
A quarta temporada de A Sete Palmos serviu para dar uma direção ao ritmo lento que a série encontrou-se em seu ano anterior. Revelações foram aparecendo para que uma bomba fosse colocada na frente do personagem de Nate Fisher e o paradeiro de Lisa, sua esposa e mãe de sua filha. Enquanto isso, o episódio That´s My Dog apresentou o ator Michael C. Hall (David) em um dos seus melhores desempenhos numa seqüência desesperadora e claustrofóbica. Claire começa a experimentar uma nova vida de artista, com drogas e sexo das diversas formas (destaque p