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| A Camp, Aimee Mann, Alana Davis,
Ani DiFranco, Arcade Fire, Basement Jaxx, Ben Kweller, Beth
Orton, Carina Round, Carla Werner, Casey Dienel, Cerys Matthews,
Coldplay, David Gray, Elliot Smith, Eurythmics, Fiona Apple,
Frou Frou, Garbage, Hole, Imogen Heap, Jeff Buckley, Joanna
Newsom, Jon Brion, Joni Mitchell, Juana Molina, Kanye West,
Kate Bush, Kylie Minogue, Lamb, Leona Ness, Lisa Loeb, Liz
Phair, Martina Topley-Bird, Maxïmo Park, Melissa Auf Der Maur,
M.I.A., Missy Elliott, Natalie Merchant, Nellie McKay, Nikka
Costa, Nina Simone, No Doubt, Norah Jones, Outkast, Paula
Cole, Peaches, Pete Yorn, Radiohead, Regina Spektor, Rufus
Wainwright, Shannon Wright, Shelby Lynne, Sheryl Crow, The
Cardigans, The Killers, The Streets, The White Stripes, Tori
Amos, Yann Tiersen, Yeah Yeah Yeahs, Zero 7, ... e muitas
outras cositas. |
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| A Cor Púrpura, Antes do Amanhecer,
Antes do Pôr-do-Sol, Amadeus, Amores Brutos, As Horas, Boogie
Nights, Brilho Eterno, Caindo na Real, Central do Brasil,
Clube da Luta, Cidadão Kane, Corra Lola Corra, Dançando
no Escuro, Donnie Darko, Ed Wood, Elefante, Embriagado de
Amor, Empire Records, Encontros e Desencontros, E Sua Mãe
Também, Evil Dead, Fantasia, Fargo, Hedwig, História Real,
Janela Indiscreta, Magnólia, O Bebê de Rosemary, O Casamento
de Muriel, O Fabuloso Destino de Amèlie Poulain, O Iluminado,
O Mágico de Oz, O Piano, O Povo Contra Larry Flynt, O Que
Terá Acontecido à Baby Jane?, Os Excêntricos Tenenbaums,
Os Incríveis, Pequena Miss Sunshine, Pi, Psicose, Quanto
Mais Quente Melhor, Quase Famosos, Réquiem Para um Sonho,
Seven, Thelma & Louise, Vertigo... |
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Segunda-feira, Outubro 30, 2006
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Pequena Miss Sunshine
   
Confesso. Minha expectativa com Pequena Miss Sunshine era enorme. Já vinha dizendo que era o meu "filme favorito do ano que não assisti", antes de estrear no país, pelo seu trailer.
Agora, afirmo que é um dos melhores filmes do ano na minha lista. O projeto de Valerie Faris e Jonathan Dayton funciona como uma montanha-russa de emoções. É tudo muito rápido, a transição dos sentimentos dos personagens acontece em segundos.
O espectador não sabe se ri ou se entrega sentimentalmente as tramas até que os atores mostrem a direção a ser tomada pela cena.
O melhor é saber pouco. Assim como não fiz questão de ler muitas críticas, chegando até a ficar puto da cara quando um possível final me foi contado, Pequena Miss Sunshine é o tipo de filme que você tem que assistir, envolver-se e se identificar com as peças entregues no roteiro. No sorriso e olhar da jovem atriz Abigail Breslin, no silêncio de Paul Dano, na superproteção de Toni Collette, na fragilidade de Steve Carrell, na filosofia de vida de Alan Arkin ou no ser ou não ser um ganhador de Greg Kinnear. Diante das situações, a trilha sonora ( ) encontra equilíbrio nas composições de DeVotchka e Sufjan Stevens, principalmente nas canções "How It Ends" e "Chicago" dos respectivos artistas.
Seria bom ter o filme na categoria principal do Oscar do ano que vem - assim como Steve Carrel e Alan Arkin na categoria de coadjuvantes. Ao menos, seria justo fazer deste pequeno grande projeto um ganhador.
Pequena Miss Sunshine (Little Miss Sunshine, EUA, 2006)
Direção: Valerie Faris e Jonathan Dayton
Com: Steve Carell, Greg Kinnear, Toni Collette, Alan Arkin, Paul Dano. 111 min.
Trilha do Post:
Um pouco de DeVotchka,
Um pouco de Sufjan Stevens
Rick James - "Super Freak"
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Terça-feira, Outubro 24, 2006
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Nova de Gwen Stefani
Gwen Stefani está terminando o seu segundo álbum. O sucessor de Love.Angel.Music.Baby, primeiro solo da vocalista do No Doubt, está previsto para o dia 5 de dezembro lá fora.
O nome do novo trabalho será Sweet Escape e faixas que devem estar no álbum são: "Fluorescent Lights", "Candyland", "Wind It Up", "Breaking Up" e "Orange County Girl". O segundo ábum traz, novamente, a colaboração de Pharrell Williams.
A primeiro single "Wind It Up" aproveita-se dos "orilei´s" de Julie Andrews, usando o sample de "The Lonely Goatherd", do clássico A Noviça Rebelde com elementos de "Hollaback Girl". Stefani admite ser louca pelo musical, "era um sonho meu colocar a batida de A Noviça Rebelde, porque é o meu filme favorito", afirma a cantora.
Download aqui: (botão direito do mouse e salvar destino como...)
Gwen Stefani - "Wind It Up" (MP3)
Trilha do Post:
Gwen Stefani - "Wind It Up"
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Quinta-feira, Outubro 19, 2006
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Mais sobre discos
Scissor Sisters - Ta-Dah
  
Quando lançaram o primeiro álbum (review aqui), o Scissor Sisters deixou claro para o que veio: renascer o pop. Trouxeram o glam rock, o funky e o melhor dos anos 70 (incluindo vocais a la Bee Gees) para aprimorar o estilo.
O single "I Don't Feel Like Dancin'" é, com certeza, um dos melhores do ano. Contagia nos sons de laser, na disco music, no piano executado por Elton John e nas palmas seguidas da frase: "Just please understand when I see you clap your hands". "Kiss You Off", cantada por Ana Matronic - a única mulher da banda, remete a melhor fase de Debbie Harry (Blondie), enquanto que "Lights" serve perfeitamente para qualquer cena de filme dos anos 70, na qual o personagem principal tem seus passos guiados pela melodia.
A balada "Land of a Thousand Words" arrastada pelo piano (uma espécie de "Mary" do disco anterior) ganha notoriedade nos falsettes, que se contrapõem ao vocal de Jake Shears, em seu desfecho. O swing rock de banjo de "I Can´t Decide", o toque caricato cabaret de "Intermission", o funky dançante de "Ooh" e o eletro de "Paul McCartney" são destaque em Ta-Dah. Prova de que a fórmula do Scissor Sisters não perdeu o brilho neste segundo trabalho.
Dica de download: "She´s My Man" ( ), "Ooh" ( ) e "Land of a Thousand Words" ( )
OutKast - Idlewild
  
Uma palavra para resumir a carreira do OutKast: originalidade. Nenhum dos seus discos se repete, isso já é um grande feito da dupla Andre 3000 e Big Boi. Este novo trabalho (Idlewild) também serve como trilha sonora do filme que o duo está lançando nos cinemas - sem data de estréia no Brasil.
A estrutura são canções dos anos 20 e 30 com muito soul clássico, swing e, claro, hip hop de primeira. Guitarras no estilo blues transcedem faixas como "Idlewild Blue (Don´t Chu Worry About Me)", enquanto que "PJ & Rooster" se aproveita dos clássicos acordes da trilha de Golpe de Mestre. Outros destaques são a gospel "Mutron Angel" e a participação de Macy Gray no blues hipnótico de "Greatest Show On Earth".
Não há hit do ano como "Hey Ya!", do álbum Speakerboxxx / The Love Below. As faixas de Big Boi, inclusive "Morris Brown", são as que mais se destacam em Idlewild. Apesar de ser trabalho de dois artistas, percebe-se auditivamente as divisões no produto: não atrapalhando no resultado final.
Dica de download: "Morris Brown" ( ), "Idlewild Blue (Don'tchu Worry 'Bout Me)" ( ) e "N2U" ( )
Trilha do Post:
Um pouco dos discos
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Terça-feira, Outubro 17, 2006
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C.R.A.Z.Y.
   
C.R.A.Z.Y. - Loucos de Amor não se trata exclusivamente de um filme com temática homossexual. Pensar dessa forma seria desmerecer todo o processo de trabalho do direitor Jean-Marc Vallée. A identidade sexual do seu personagem principal é o tema de maior destaque sim, mas há também a saga de uma família e seus conflitos.
O longa canadense, baseado nas memórias de seu co-roterista, foi uma das grandes surpresas em seu país de origem e selecionado pelo Canadá para representá-los nas eliminatórias do Oscar de produção estrangeira. Funcionando como uma espécie de Anos Incríveis, sem o conservadorismo norte-americano, o longa aborda temas como sexo, drogas, música e religião de forma natural e imaginativa.
Conquista o público, porque conversa com pessoas comuns como as representadas na tela, causando empatia pelos personagens. A trilha sonora impecável com clássicos dos Rolling Stones, David Bowie e Pink Floyd ganham seqüências extraordinárias - seja o coral mirim da Igreja acompanhando "Sympathy For The Devil" ou a dublagem de "Space Oddity" de Bowie, presenciada pelos vizinhos do protagonista que se torna motivo de piada.
O filme foca o desenvolvimento de Zach e seus irmãos. Desde o dia que nasceu, numa noite de Natal dos anos 60, o garoto fica conhecido na família por curar doenças alheias. Isso por causa de seu irmão mais novo, que quando começava a chorar apenas encontrava conforto nos braços do irmão - acreditavam ser uma cura milagrosa para as cólicas que afetavam o pequeno. Mas, o divisor de águas é o dia em que Zach (com 7 anos de idade) fica responsável pelo bebê e veste-se com as roupas e jóias da mãe até ser pego em flagrante pelo pai. O momento é um marco para que a relação entre os dois tome proporções diferentes das que existiam.
Há uma beleza que cerca C.R.A.Z.Y.. O amor da família, principalmente da figura paterna que nunca deixou de existir por nenhum de seus filhos, está presente na tela sob o olhar humano de seu diretor e nas performances de seus atores. Marc-André Grondin, responsável pela atuação de Zach na adolescência, dá alma ao longa sendo extremamente convicente e corajoso em seu papel. E se há clichês, esses passam quase despercebidos, assim como atos humanos e diários como os nossos.
C.R.A.Z.Y. - Loucos de Amor (C.R.A.Z.Y., Canadá, 2005)
Direção: Jean-Marc Vallée
Com: Marc-Andre Grondin, Michel Cote, Pierre-Luc Brillant, Emile Valle, Maxime Tremblay. 127 min.
Outros filmes:
Obrigado por Fumar    
(Thank You for Smoking, EUA, 2006)
Direção: Jason Reitman
Com: Aaron Eckhart, Maria Bello, Adam Brody, Katie Holmes, William H. Macy. 92 min.
O Diabo Veste Prada   
(The Devil Wears Prada, EUA, 2006)
Direção: David Frankel
Com: Meryl Streep, Anne Hathaway, Stanley Tucci, Emily Blunt, Adrian Grenier. 109 min.
As Torres Gêmeas  
(World Trade Center, EUA, 2006)
Direção: Oliver Stone
Com: Nicolas Cage, Maria Bello, Michael Pena, Maggie Gyllenhaal. 129 min.
O Grito 2
(The Grudge 2, EUA, 2006)
Direção: Takashi Shimizu
Com: Amber Tamblyn, Sarah Michelle Gellar, Edison Chen, Jennifer Beals. 95 min.
Trilha do Post:
Ben Folds - "Bitches Ain't Shit"
TeddyBears - "Yours to Keep" (feat. Annie)
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Segunda-feira, Outubro 16, 2006
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Nova série favorita: Dexter
Depois de Huff (A&E Mundo), Weeds (GNT) e The L Word (Warner), o canal pago Showtime aparece com mais uma série inusitada. Resta saber em que emissora a série Dexter será exibida no Brasil.
Baseada no livro Deadly Dreaming Dexter, de Jeff Lindsay, a trama de investigação não cai na vala comum graças ao seu protagonista. Michael C. Hall (o competente David Fisher, de A Sete Palmos) interpreta Dexter Morgan - um investigador forense do departamento de Miami e "serial killer de serial killers" nas horas vagas.
Logo no piloto, somos apresentados a ele e ao seus métodos de vingança por uma narração em off - o que nos deixa a par dos pensamentos e atitudes do personagem. A série também se utiliza muito de flashbacks para esclarecer como o garoto adotivo era visto pelo pai policial na infância.
O primeiro episódio começa bem, quando um novo serial killer começa a atacar e instigar a mente de Dexter - o que deixa seu espectador esperando os próximos episódios. O curioso é que ambos parecem estabelecer um jogo entre si. A técnica de drenar o sangue das vítimas e cortar os membros do corpo, deixa o policial vidrado com o método e animado com a brincadeira do "amigo".
A relação entre os dois aumenta, quando uma boneca Barbie despedaçada é deixada no freezer da casa de Dexter. Esse passa a ser apenas um dos motes que a série apresenta em sua uma hora de duração.
Dexter estreou nos EUA com críticas positivas. Além de contar com uma abertura bem bacana. E aqui é altamente recomendada.
Download via torrent:
Episódio 1 // Episódio 2 // Episódio 3
Trilha do Post:
The Beatles - "Strawberry Fields Forever"
Buena Vista Social Club - "Chan Chan"
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