A Camp, Aimee Mann, Alana Davis,
Ani DiFranco, Arcade Fire, Basement Jaxx, Ben Kweller, Beth
Orton, Carina Round, Carla Werner, Casey Dienel, Cerys Matthews,
Coldplay, David Gray, Elliot Smith, Eurythmics, Fiona Apple,
Frou Frou, Garbage, Hole, Imogen Heap, Jeff Buckley, Joanna
Newsom, Jon Brion, Joni Mitchell, Juana Molina, Kanye West,
Kate Bush, Kylie Minogue, Lamb, Leona Ness, Lisa Loeb, Liz
Phair, Martina Topley-Bird, Maxïmo Park, Melissa Auf Der Maur,
M.I.A., Missy Elliott, Natalie Merchant, Nellie McKay, Nikka
Costa, Nina Simone, No Doubt, Norah Jones, Outkast, Paula
Cole, Peaches, Pete Yorn, Radiohead, Regina Spektor, Rufus
Wainwright, Shannon Wright, Shelby Lynne, Sheryl Crow, The
Cardigans, The Killers, The Streets, The White Stripes, Tori
Amos, Yann Tiersen, Yeah Yeah Yeahs, Zero 7, ... e muitas
outras cositas.
A Cor Púrpura, Antes do Amanhecer,
Antes do Pôr-do-Sol, Amadeus, Amores Brutos, As Horas, Boogie
Nights, Brilho Eterno, Caindo na Real, Central do Brasil,
Clube da Luta, Cidadão Kane, Corra Lola Corra, Dançando
no Escuro, Donnie Darko, Ed Wood, Elefante, Embriagado de
Amor, Empire Records, Encontros e Desencontros, E Sua Mãe
Também, Evil Dead, Fantasia, Fargo, Hedwig, História Real,
Janela Indiscreta, Magnólia, O Bebê de Rosemary, O Casamento
de Muriel, O Fabuloso Destino de Amèlie Poulain, O Iluminado,
O Mágico de Oz, O Piano, O Povo Contra Larry Flynt, O Que
Terá Acontecido à Baby Jane?, Os Excêntricos Tenenbaums,
Os Incríveis, Pequena Miss Sunshine, Pi, Psicose, Quanto
Mais Quente Melhor, Quase Famosos, Réquiem Para um Sonho,
Seven, Thelma & Louise, Vertigo...
Não tenho mais retirado filmes na locadora com freqüência. Deixo o trabalho "sujo" para minha mãe.
Algo do tipo: "Mamãe trouxe DVDs. Vamos ver se tem algo de interessante."
Para minha surpresa, há algumas semanas, ela trouxe o filme Tudo em Família. Pensava eu, que se tratava de uma fita de Natal enlatada com um grande elenco. Para a minha surpresa, o longa se revelou uma das coisas mais humanas que assisti este ano. Existe a sensação de que você quer que o filme se prolongue por horas e não quer que ele termine. É o envolvimento que os personagens e o roteiro proporcionam.
A história: Meredith Morton (Sarah Jéssica Parker) é uma elegante executiva nova-iorquina, acostumada a tomar decisões e a enfrentar desafios. Mas o pior de todos está por vir quando ela passa o Natal na casa da família de seu namorado Everett (Dermot Mulroney). Logo no primeiro contato com a família Stone, Meredith percebe dificuldades. De hábitos muito diferentes dos seus, não causa em Meredith nenhuma simpatia. A mãe de Everett, Sybil (Diane Keaton) é uma mulher forte e voluntariosa, que tem as rédeas de sua família e antipatiza-se de cara com o jeito da namorada de seu filho mais velho. Diferente de Sybil, Ben (Luke Wilson), o irmão de Everett, faz tudo para consolar a cunhada, mas, diante da difícil situação, Meredith resolve chamar sua irmã Julie (Claire Danes) para ajudá-la. (*)
O clima família me acolheu. Vejo um pouco da minha mãe protetora, do meu irmão e de quem eu gosto na tela.
É tipo de filme que fala comigo. Que tem a trilha sonora perfeita para o momento. Que me faz rir e chorar ao mesmo tempo. Para alguns ainda pode ser uma grande bobagem enlatada, para mim trata-se de uma jóia rara nas prateleiras das locadoras e já entrou na lista dos melhores do ano.
Tudo em Família (The Family Stone, EUA, 2005)
Direção: Thomas Bezucha
Com: Sarah Jessica Parker, Claire Danes, Diane Keaton, Rachel McAdams, Dermot Mulroney, Craig T. Nelson, Luke Wilson. 102 min.
Trilha do Post:
O disco do Matmos, The Rose Has Teeth In The Mouth Of A Beast
Onde: Teatro São Pedro, Porto Alegre - RS
Peça: A Casa dos Budas Ditosos, baseado no livro de João Ubaldo Ribeiro.
O Que é: A atriz Fernanda Torres interpreta uma libertina baiana sexagenária que detalha as incontáveis experiências sexuais que teve ao longo da vida. Com uma narrativa irreverente, a personagem recorda, com bom humor, questões como incesto e sexo grupal. (+).
Trilha do Post:
Regina Spektor - "Apres Moi" Corinne Bailey Rae - "Put Your Records On"
A Sete Palmos é minha série favorita. Estou assistindo religiosamente, aos domingos, na HBO, os episódios da quinta e última temporada. Ou seja, podem esperar muita "paparicação" aqui.
Esse vídeo (acima) é um momento único e que me comove pela simplicidade. O trecho em questão, é quando Ruth (Frances Conroy) pega uma K7, deixada por sua filha (Lauren Ambrose) após uma discussão. Quando coloca a fita no tocador, ela volta ao passado e estabelece uma ligação com a jovem ao acompanhar a música de Joni Mitchell ao fundo.
A canção ("Woodstock") passa a ser um vínculo entre mãe e filha, um encontro de gerações conflitantes, mesmo que não troquem uma palavra. Na verdade, Claire espia a mãe cantando na cozinha e só no olhar demonstra o quanto carinho sente pela pessoa de Ruth. É essa união que conclui o capítulo Back to the Garden (De Volta ao Paraíso), da segunda temporada, que para mim é um momento silencioso, mas que transmite o essencial através da música escolhida e no tratamento da sequência.
Pessoas tão diferentes e tão iguais ligadas por algo mais forte.
Talvez esse seja o melhor post sobre dia das mães que eu poderia fazer, sem nem mesmo pensar na data quando o estava escrevendo. Mas, são gerações que se completam e procuram se entender. Sempre. E sempre.
"We are stardust (Billion year old carbon)
We are golden (Caught in the devil´s bargain)
And we´ve got to get ourselves / Back to the garden
Trilha do Post:
Sia - "Breathe Me" Lamb - "Heaven"