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| A Camp, Aimee Mann, Alana Davis,
Ani DiFranco, Arcade Fire, Basement Jaxx, Ben Kweller, Beth
Orton, Carina Round, Carla Werner, Casey Dienel, Cerys Matthews,
Coldplay, David Gray, Elliot Smith, Eurythmics, Fiona Apple,
Frou Frou, Garbage, Hole, Imogen Heap, Jeff Buckley, Joanna
Newsom, Jon Brion, Joni Mitchell, Juana Molina, Kanye West,
Kate Bush, Kylie Minogue, Lamb, Leona Ness, Lisa Loeb, Liz
Phair, Martina Topley-Bird, Maxïmo Park, Melissa Auf Der Maur,
M.I.A., Missy Elliott, Natalie Merchant, Nellie McKay, Nikka
Costa, Nina Simone, No Doubt, Norah Jones, Outkast, Paula
Cole, Peaches, Pete Yorn, Radiohead, Regina Spektor, Rufus
Wainwright, Shannon Wright, Shelby Lynne, Sheryl Crow, The
Cardigans, The Killers, The Streets, The White Stripes, Tori
Amos, Yann Tiersen, Yeah Yeah Yeahs, Zero 7, ... e muitas
outras cositas. |
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| A Cor Púrpura, Antes do Amanhecer,
Antes do Pôr-do-Sol, Amadeus, Amores Brutos, As Horas, Boogie
Nights, Brilho Eterno, Caindo na Real, Central do Brasil,
Clube da Luta, Cidadão Kane, Corra Lola Corra, Dançando
no Escuro, Donnie Darko, Ed Wood, Elefante, Embriagado de
Amor, Empire Records, Encontros e Desencontros, E Sua Mãe
Também, Evil Dead, Fantasia, Fargo, Hedwig, História Real,
Janela Indiscreta, Magnólia, O Bebê de Rosemary, O Casamento
de Muriel, O Fabuloso Destino de Amèlie Poulain, O Iluminado,
O Mágico de Oz, O Piano, O Povo Contra Larry Flynt, O Que
Terá Acontecido à Baby Jane?, Os Excêntricos Tenenbaums,
Os Incríveis, Pequena Miss Sunshine, Pi, Psicose, Quanto
Mais Quente Melhor, Quase Famosos, Réquiem Para um Sonho,
Seven, Thelma & Louise, Vertigo... |
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Quarta-feira, Novembro 30, 2005
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Transamerica
Mais um filme para a listinha dos mais esperados. Não é apenas a sua história que chama a atenção, mas os elogios que a atriz principal vem recebendo do público e da crítica.
Felicity Huffman já levou um Emmy de melhor desempenho numa série televisiva - pela sensacional Desperate Housewives - mas parece ainda não estar satisfeita, já que é uma das mais sérias candidatas ao Oscar pelo desempenho de um transexual no polêmico filme Transamerica.
Huffman é Bree, um homem que decidiu ser mulher, e agora é forçada a se confrortar com o passado quando descobre que tem um filho de 18 anos. O garoto, que vive pelos subúrbios de Nova York , resolve querer conhecer o 'pai', agora uma mulher. A trans, descrita na sinopse do filme como uma 'conservadora', fica desesperada e resolve fugir, viajando pelos EUA, segundo o site do Mix Brasil
O filme, escrito e dirigido pelo estreante diretor Duncan Tucker, tem arrancado boas críticas dos jornais norte-americanos. Estréia em dezembro nos Estados Unidos.
Transamerica (EUA, 2005)
Direção: Duncan Tucker
Com: Felicity Huffman, Kevin Zegers, Fionnula Flanagan, Graham Greene, Elizabeth Peña. 135 min.
Trilha do Post:
Tá tocando alguma coisa do Wallflowers aqui.
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Quinta-feira, Novembro 24, 2005
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Voltando a falar de discos
Sun Kil Moon - Tiny Cities
  
O Sun Kil Moon é conhecido pelas suas aventuras em outros campos. Isto é, fazendo covers de artistas como AC/DC, Yes, The Cars, entre outros. Neste Tiny Cities a escolha foi rechear o repertório com canções do Modest Mouse.
É belo o trabalho de Mark Kozelek ao entalhar as composições da banda num estilo country/folk de guitarras acústicas que encontram sonoridades de Simon & Garfunkel pelo caminho. As faixas recebem uma aparência lúdica, como é o caso de "Tiny Cities Made of Ashes" e "Exit Does Not Exist", sendo possível criar cenários imaginários para as canções.
A euforia da banda é substituida por elegância, como acontece com "Convenient Parking", na qual os gritos e rebeldia da faixa original se transformam em um violão no melhor estilo Elliott Smith. Na nova concepção, a essência do Modest Mouse continua presente na visão de Kozelek em composições como "Never Ending Math Equation" e "Dramamine", sendo este aqui um trabalho de uma beleza quase indescritível.
Dica de download: "Tiny Cities Made of Ashes" ( ), "Neverending Math Equation" ( ) e "Convenient Parking" ( ).
Madonna - Confessions on a Dance Floor
 
Com a leva de cantoras pop que surgiram de uns tempos para cá, Madonna até poderia se sentir ameaçada. No entanto, por incrível que pareça, esta senhora de quase 50 anos continua roubando a cena e chamando à atenção por onde passa e com o que faz. O 10º álbum da carreira da artista, Confessions on a Dance Floor, começa muito bem ganhando ritmo com seu estilo disco retrô, no entanto acaba se perdendo lá pela metade, não conseguindo se sobressair como acontece logo no início de sua execução.
Determinadas faixas se destacam e outras são regulares por investirem em elementos de trabalhos anteriores - como é o caso de "Isaac" que remete "Frozen", com direito a vocal aproveitado, enquanto "Push" procura acertar na fórmula Beyoncé, desqualificando-a. Há momentos de acertos como o sample do ABBA definindo o single "Hung Up", a marchinha dançante de "Sorry" e "I Love New York" (a melhor canção de Confessions...), uma composição agitada e energizante sendo possível imaginar uma cidade repleta de diversidade e que nunca dorme - quase uma "Ray of Light" (a música).
Confessions on a Dance Floor não é um disco ruim, apenas perde o fôlego demasiado que exige de seu ouvinte. E se você desaprovar o material, Madonna não está dando a mínima como canta na última faixa "Like It or Not": Essa é quem eu sou / você pode gostar ou não / pode me amar ou abandonar-me. Agora, a escolha é sua.
Dica de download: "I Love New York" ( ), "Sorry" ( ) e "Future Lovers" ( ).
Herbie Hancock - Possibilties
 
Possibities tem cara de disco feito para concorrer a vários Grammy. Como foi o caso de Supernatural (de Santana - e que aparece aqui) e, o recente, Genius Loves Company de Ray Charles.
Hancock, um dos grandes nomes do jazz clássico, convidou uma trupe de artistas talentosos e que vendem bem para participar deste seu trabalho. O disco abre com o pop charmoso de John Mayer na faixa "Stitched Up, passeia por melodias excêntricas de jazz e blues, chegando aos vocais de Christina Aguilera (em "A Song for You") até se deparar com Annie Lennox interpretando Paula Cole, "Hush Hush Hush". Nomes atuais e quentes como os de Damien Rice e sua parceira Lisa Hannigan (roubando a cena) em "Don´t Explain" e Joss Stone dão um ar ainda mais rentável ao disco.
É um projeto interessante com suas tendências comerciais evidentes na capa, mas o seu principal obstáculo são os convers que não se sobressaem de jeito algum, como é o caso de "I Just Called to Say I Love You". No entanto, pode lembrar de Possibilities para a próxima edição do Grammy.
Dica de download: "Don´t Explain" ( ), "When Love Comes to Town" ( ) e "Hush Hush Hush" ( ).
Trilha do Post:
Um pouco de cada coisa.
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Sexta-feira, Novembro 11, 2005
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Tudo Acontece em Elizabethtown
   
Uma vez fui criticado por carregar um entusiasmo adolescente nas coisas que colocava neste MEU espaço - que não obrigo ninguém a ler. Provavelmente, isso causava incomodação para a pessoa que fez o comentário.
No entanto, é este entusiamo que faz com que os filmes de Cameron Crowe - diretor que abusa dos artifícios da cultura pop - sejam classificados na categoria: "falam comigo".
Tudo Acontece em Elizabethtown não é o melhor da safra de Crowe. No entanto, a mágica está ali na tela, através de pequenas atitudes como: um sorriso de Kirsten Dunst (fazendo o que pode para salvar a falta de carisma de seu colega Orlando Bloom), um olhar expressivo, uma longa conversa ao telefone (que soa tão natural quando um deles coloca o aparelho em frente à uma caixa de som para mostrar uma música), a busca de algo novo (na personagem de Susan Sarandon, sempre valendo o ingresso), uma viagem de auto-conhecimento ou na ótima trilha sonora.
Bloom é Drew Baylor. Um designer de sapatos que, após oito anos de trabalho árduo em um projeto, tem o seu "tênis revolucionário" mal-recebido pelo mercado, causando o prejuízo de quase 1 bilhão de dólares para a empresa em que trabalha. Como é de se esperar, perde o emprego, mas para a sua surpresa também é abandonado pela namorada. Quando percebe que sua vida está do avesso, pensa em cometer o suícidio, mas é interrompido com a notícia da morte do seu pai.
A partir daí... o filme anda... anda... anda... dá uma parada... tem a Kirsten Dunst e continua de forma "bonitinha".
É engraçado. Pois, identifiquei-me em vários momentos, mesmo não achando um bom trabalho como um todo. Talvez, pelas situações serem tão próximas e naturais de mim. É o fator do entusiasmo, sabe? É bom vivenciar as pequenas surpresas da vida, quando menos esperamos. Elas nos tornam seres mais fortes e felizes para seguir adiante, nos tirando do limbo em que estávamos.
60-B
Tudo Acontece em Elizabethtown (Elizabethtown, EUA, 2005)
Direção: Cameron Crowe
Com: Orlando Bloom, Kirsten Dunst, Susan Sarandon, Jessica Biel, Judy Greer. 123 min.
Trilha do Post:
O disco do Sun Kil Moon, Tiny Cities
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Quinta-feira, Novembro 10, 2005
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O verdadeiro homem de preto
O filme Walk the Line conta a história do lendário músico country americano, Johnny Cash.
Sua vida é retratada desde o início, em uma fazenda de algodão em Arkansas (com a cantora Shelby Lynne interpretando a sua mãe), até sua ascensão à fama em Memphis, quando gravou discos com Elvis e Jerry Lee Lewis. Além de abordar a sua relação com June Carter (Reese Witherspoon), sua mulher até o fim da vida.
O ator Joaquin Phoenix que interpreta Cash, diz ter feito aulas de canto para fazer a voz rouca do músico. Ambos atores (Phoenix e Witherspoon) são fortes candidatos ao próximo Oscar. Ah, e Johnny Cash deve voltar às paradas.
Filme que está na minha lista dos mais esperados - estréia dia 18 de novembro nos EUA. Já pelas bandas daqui... hmmm... ano que vem?
Enquanto isso, escute na íntegra:
"Hurt" ( )
"I Walk the Line" ( )
"Jackson (with June Carter)" ( )
Walk the Line (EUA, 2005)
Direção: James Mangold
Com: Joaquin Phoenix, Reese Witherspoon, Ginnifer Goodwin, Shelby Lynne, Robert Patrick. 135 min.
Trilha do Post:
Elliott Smith - "Trouble"
Tim DeLaughter - "Move Away and Shine (In a Dream Version)"
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Terça-feira, Novembro 08, 2005
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VH1. Agora no Brasil
Se a programação atual da MTV está uma completa m****, talvez esta seja a solução dos nossos problemas.
"No próximo dia 21 de novembro estréia no Brasil o VH1, esse irmão mais velho da MTV, um canal de música focado no público de 25 a 49 anos, pronto para atender aos órfãos da emissora musical. O novo canal não exibe somente videoclipes e shows, mas também documentários, filmes e programas de entrevistas que ressaltam o universo musical e a cultura pop." (+)
Trilha do Post:
Fiona Apple - "Red Red Red"
Fiona Apple - "Waltz" (Better than Fine)
Sim, meu DualDisc da Fiona Apple chegou. Se as músicas já valiam o disco, os vídeos o tornam essencial. Aliás, viciei no clipe de "Not About Love" - assista!
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