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| A Camp, Aimee Mann, Alana Davis,
Ani DiFranco, Arcade Fire, Basement Jaxx, Ben Kweller, Beth
Orton, Carina Round, Carla Werner, Casey Dienel, Cerys Matthews,
Coldplay, David Gray, Elliot Smith, Eurythmics, Fiona Apple,
Frou Frou, Garbage, Hole, Imogen Heap, Jeff Buckley, Joanna
Newsom, Jon Brion, Joni Mitchell, Juana Molina, Kanye West,
Kate Bush, Kylie Minogue, Lamb, Leona Ness, Lisa Loeb, Liz
Phair, Martina Topley-Bird, Maxïmo Park, Melissa Auf Der Maur,
M.I.A., Missy Elliott, Natalie Merchant, Nellie McKay, Nikka
Costa, Nina Simone, No Doubt, Norah Jones, Outkast, Paula
Cole, Peaches, Pete Yorn, Radiohead, Regina Spektor, Rufus
Wainwright, Shannon Wright, Shelby Lynne, Sheryl Crow, The
Cardigans, The Killers, The Streets, The White Stripes, Tori
Amos, Yann Tiersen, Yeah Yeah Yeahs, Zero 7, ... e muitas
outras cositas. |
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| A Cor Púrpura, Antes do Amanhecer,
Antes do Pôr-do-Sol, Amadeus, Amores Brutos, As Horas, Boogie
Nights, Brilho Eterno, Caindo na Real, Central do Brasil,
Clube da Luta, Cidadão Kane, Corra Lola Corra, Dançando
no Escuro, Donnie Darko, Ed Wood, Elefante, Embriagado de
Amor, Empire Records, Encontros e Desencontros, E Sua Mãe
Também, Evil Dead, Fantasia, Fargo, Hedwig, História Real,
Janela Indiscreta, Magnólia, O Bebê de Rosemary, O Casamento
de Muriel, O Fabuloso Destino de Amèlie Poulain, O Iluminado,
O Mágico de Oz, O Piano, O Povo Contra Larry Flynt, O Que
Terá Acontecido à Baby Jane?, Os Excêntricos Tenenbaums,
Os Incríveis, Pequena Miss Sunshine, Pi, Psicose, Quanto
Mais Quente Melhor, Quase Famosos, Réquiem Para um Sonho,
Seven, Thelma & Louise, Vertigo... |
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Segunda-feira, Agosto 29, 2005
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Presentinho...
Não é meu aniversário ou data comemorativa. Mas, alguém gosta de mim e me presenteou com o disco do Smoke City (Flying Away).
"When I first saw you
I was deep in clear blue water
The sun was shining
Calling me to come and see you
I touched your soft skin
And you jumped in with your eyes closed
And a smile upon your face" (*)
O grupo é uma mistura de trip hop, acid jazz e bossa nova. O último gênero se deve à vocalista Nina Mirada - que vivenciou, na infância, muito a ponte área entre Reino Unido e América do Sul. Por isso, não é de se assustar que algumas frases são cantadas em português e outras em inglês ao longo do disco.
A cantora formou o Smoke City ao lado do colega Mark Brown, com quem dividia não apenas o gosto comum pela música de Santana e Bebel Gilberto, mas também clássicos do funk dos anos 70. Outro nome é o do guitarrista Chris Franck que tocava em um banda independente (Batu) que apresentava grande influência da percussão brasileira.
Flying Away foi o primeiro trabalho do grupo e foi muito bem recebido pelo público através do single "Underwater Love" (*), tornando-se hit na Europa após ser usado em uma campanha de jeans da marca Levi´s. Dica dada.
E eu ganhei de presente... de quem? Adivinha?
Trilha do Post:
Smoke City - "Mr. Gorgeous" (And Miss Curvaceous)
Smoke City - "Águas de Março" (Joga Bossa Mix)
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Terça-feira, Agosto 23, 2005
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A Fantástica Fábrica de Chocolate
   
Sou da geração que se deliciou com o original A Fantástica Fábrica de Chocolate; não é à toa que tenho o DVD do filme - agradeço à Sessão da Tarde.
Uma refilmagem soaria estranho, mas com o nome de Tim Burton na direção tudo passa a ser mais estranho ainda - sem falar na expectativa que se cria. Ao mesmo tempo que poderia ser assustador, para o currículo do cineasta e para os fãs do longa, também era motivo de comemoração - afinal de contas, não se trataria de um remake fiel ao clássico de 71 - como Gus Van Sant brincando de Hitchcock em Psicose.
Não é apenas a direção que faz a diferença. Se no primeiro filme tínhamos um Gene Wilder como o encantador Willy Wonka, desta vez somos surpreendidos pela atuação bizarra e espontânea de Johnny Depp - caricato ao extremo, lembrando um Michael Jackson e fazendo de sua fábrica o rancho de Neverland. Já o novo Charlie (Freddie Highmore, de Em Busca da Terra do Nunca) é menos retardado do que aquele outro da versão original - dando mais credibilidade ao seu personagem. No entato, é o universo e o visual criado por Burton que dá um ar divertido e inovador ao projeto - agradando aos adultos, mas nem tanto as crianças.
A trilha sonora de Danny Elfman colabora com o filme e seus personagens, conseguindo acertar em cheio em vários momentos. Principalmente, nas canções das crianças - procure ouvir a música "Veruca Salt". Falando em Veruca Salt (uma das meninas que mais chama a atenção no filme original), por mais dedicada que a pequena atriz Julia Winter seja, não consegue superar a original, mas por muito pouco já que sua atuação é adorável.
Os Oompa Loompas, interpretados por um só homem (Deep Roy), sofreram uma pequena tranformação: são mais "moderninhos" (até em suas coreografias) e estão menores - a novidade fica por conta de como eles foram contratados por Wonka para trabalharem na fábrica.
A conclusão é que mesmo esperando muito, no final da sessão não se pode imaginar outro diretor, a não ser Tim Burton, para conduzir o filme. Ele consegue ser original e colocar toques pessoais - como os flashbacks (inexistentes na primeira versão) e as relações familiares (remetendo Peixe Grande). E a cena dos esquilos, que em 1971 era impossível pela falta de técnica dos efeitos especiais, passa ser um dos ingredientes especiais desta fábrica criada Burton.
Detalhe: Estou com um ar de Veruca. Então preciso dizer: - Eu quero um wonkavision!
A Fantástica Fábrica de Chocolate (Charlie and the Chocolate Factory, EUA, 2005)
Direção: Tim Burton
Com: Johnny Depp, Freddie Highmore, David Kelly, Helena Bonham Carter, Deep Roy. 106 min.
Trilha do Post:
A ótima trilha sonora do filme.
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Segunda-feira, Agosto 15, 2005
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Fiona está livre
"Now that my album is finally finished, I am very, very excited to have people hear what we did - I am so proud of it, and all of us who worked on it." (+)
Fiona Apple foi libertada, ou melhor... seu disco saiu da gaveta. Na verdade, tudo soa muito a estratégia de marketing depois de toda aquela história de que o álbum estaria pronto desde 2003, mas não era lançado pela gravadora que não conseguia encontrar um bom single para promover o trabalho. O que realmente importa é que Extraordinary Machine será lançado no dia 4 de outubro deste ano.
A versão final, que será distribuída pelas lojas do mundo, será diferente da que está circulando na Internet desde o início do ano - aquelas eram faixas que estavam com uma produção inacabada, sendo uma espécie de rascunho.
Prova disso está numa nova versão de "O´ Sailor" - escute aqui.
Outra surpresa fica por conta da faixa inédita (até então - e que parece que será o single). A bela "Parting Gift" - escute aqui.
Essa é a possível capa do disco.
Para mais informações visite o site da cantora.
Trilha do Post:
Fiona Apple - "Parting Gift"
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Quarta-feira, Agosto 10, 2005
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Not About Love
Now every other man I see
Remind me of the
One man who disappointed me
Tenho medo de me apaixonar. Mesmo já estando com o sentimento em mim há tempos.
É como se o "Eu te amo", que quero te dizer, estivesse trancado aqui dentro.
Sei. Estou sendo injusto com você (e comigo) quando te privo dessas palavras. Elas podem demorar para sair, mas serão sinceras quando saltarem da minha boca.
É o medo de correr o risco ao estar com você. De começar uma nova história e de que a velha se repita. Investir em algo para depois dar de cara na parede.
Meu medo tem nome: traição - resultando na perda de confiança. De chegar a conclusão de que deveria ter pensado duas vezes em algumas atitudes minhas. De investir demais, quando não deveria.
Só que esse meu pensamento te priva de alguns dos meus sentimentos. Acabo sendo racional. Não quero que seja assim. Porque você é merecedor: De cada toque. Cada beijo. Cada arranhão. Cada gesto. E de cada olhar - e este diz tudo. Porque também te desejo, quero sentir seu gosto e sinto a sua falta quando não está por perto.
I am likely to miss the main event
If I stop to cry and complain again
So I will keep a deliberate pace
Let the damn breeze dry my face
Numa época em que a maioria dos relacionamentos se resumem a: boas conversas e sexo ruim, ótimo sexo sem ter o que dizer ou em nenhuma das alternativas - sinto-me "sortudo" de ter encontrado todas as boas qualidades e o bom gosto (música - cinema - livros) em uma só pessoa.
Quero estar contigo. Dividir o que é meu. Ter a nossa música - nem que seja aquela "Do jeito que você me olha / Vai dar namoro..." (queremos algo brega e marcante). Porque você está comigo no momento. E isso é o que importa.
Quando penso em nós, lembro de Jesse e Celine - e isso é importante para mim, pois é um amor em que acredito - sim, busco para mim o romantismo da sétima arte.
É como se você estivesse no meu apartamento e falasse um "I Know", ao som de Nina Simone, quando te digo que vai se atrasar para pegar o seu vôo de volta para casa. Afinal de contas, você também abriu mão de certas coisas para ficar comigo.
E neste momento, eu te quero junto a mim.
Here's coming a better version of me
Independente de tudo, só posso te agradecer - como sempre faço, por me deixar acreditar mais uma vez nas pessoas. Por me tornar um ser bonito. Por me deixar acreditar na gente.
Poderia terminar esse texto com um "eu te amo". Mas não. Prefiro dizê-lo pessoalmente, no momento certo. E este momento será apenas nosso.
Trilha do Post:
Pete Yorn, o disco musicforthemorningafter
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Terça-feira, Agosto 09, 2005
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Sin City - A Cidade do Pecado
   
Queria fazer um texto sobre Sin City - A Cidade do Pecado. No entanto, já li tanta coisa em sites da internet e blogues que seria redundante (re)dizer tudo.
Por exemplo, que o visual noir é isso, que a violência exposta é aquilo e que o roteiro adaptado é competente - até mesmo para aqueles que conhecem os HQs de Frank Miller através de folhadas, como é meu caso. Por isso, vou me abster de refazer esses comentários.
A única coisa que preciso realmente contar é que o filme me remeteu o tempo inteiro o adorável Pleasantville - A Vida em Preto e Branco (um dos meus filmes favoritos) - que mistura cores com imagens em preto e branco. De resto, Sin City é sim, uma das melhores adaptações de HQs para o cinema - tá certo, não foi só eu quem disse isso também.
Sin City - A Cidade do Pecado (Sin City, EUA, 2005)
Direção: Frank Miller & Robert Rodriguez
Com: Jessica Alba, Rosario Dawson, Elijah Wood, Bruce Willis, Benicio Del Toro, Michael Clarke Duncan, Carla Gugino, Josh Hartnett, Michael Madsen, Jaime King e Brittany Murphy. 126 min.
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