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| A Camp, Aimee Mann, Alana Davis,
Ani DiFranco, Arcade Fire, Basement Jaxx, Ben Kweller, Beth
Orton, Carina Round, Carla Werner, Casey Dienel, Cerys Matthews,
Coldplay, David Gray, Elliot Smith, Eurythmics, Fiona Apple,
Frou Frou, Garbage, Hole, Imogen Heap, Jeff Buckley, Joanna
Newsom, Jon Brion, Joni Mitchell, Juana Molina, Kanye West,
Kate Bush, Kylie Minogue, Lamb, Leona Ness, Lisa Loeb, Liz
Phair, Martina Topley-Bird, Maxïmo Park, Melissa Auf Der Maur,
M.I.A., Missy Elliott, Natalie Merchant, Nellie McKay, Nikka
Costa, Nina Simone, No Doubt, Norah Jones, Outkast, Paula
Cole, Peaches, Pete Yorn, Radiohead, Regina Spektor, Rufus
Wainwright, Shannon Wright, Shelby Lynne, Sheryl Crow, The
Cardigans, The Killers, The Streets, The White Stripes, Tori
Amos, Yann Tiersen, Yeah Yeah Yeahs, Zero 7, ... e muitas
outras cositas. |
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| A Cor Púrpura, Antes do Amanhecer,
Antes do Pôr-do-Sol, Amadeus, Amores Brutos, As Horas, Boogie
Nights, Brilho Eterno, Caindo na Real, Central do Brasil,
Clube da Luta, Cidadão Kane, Corra Lola Corra, Dançando
no Escuro, Donnie Darko, Ed Wood, Elefante, Embriagado de
Amor, Empire Records, Encontros e Desencontros, E Sua Mãe
Também, Evil Dead, Fantasia, Fargo, Hedwig, História Real,
Janela Indiscreta, Magnólia, O Bebê de Rosemary, O Casamento
de Muriel, O Fabuloso Destino de Amèlie Poulain, O Iluminado,
O Mágico de Oz, O Piano, O Povo Contra Larry Flynt, O Que
Terá Acontecido à Baby Jane?, Os Excêntricos Tenenbaums,
Os Incríveis, Pequena Miss Sunshine, Pi, Psicose, Quanto
Mais Quente Melhor, Quase Famosos, Réquiem Para um Sonho,
Seven, Thelma & Louise, Vertigo... |
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Domingo, Julho 31, 2005
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Blog para que te quero?
Há coisas que acho estranhas. Sei que blog é uma ferramenta pública, mas me sinto invadido quando alguém que é muito próximo de mim acaba descobrindo a sua existência - como aconteceu ontem, quando eu estava com um amigo na frente do computador. Apesar de sempre pensar bem antes de escrever, para não colocar palavras que possam magoar ou revidar coisas que já são página virada - é meu sentimento que está exposto aqui.
Lembro há um ano atrás, quando minha mãe começou a ler as coisas que eu escrevia. E ela gostava. Apesar de nunca comentar as frequentes visitas, meu irmão era uma espécie de informante - que mais tarde me disse que outras pessoas da minha família (que ele achou no Orkut), e que não tenho contato por alguns anos, pararam neste meu espaço.
Sempre penso duas vezes em como me expor ou não. Talvez seja falta de coragem, quando não digo realmente o que gostaria.
Creio que essa trava de me expressar da forma correta seja um erro. Começo a pensar em letras de músicas, como "Me and a Gun" de Tori Amos, nas quais a coragem sempre esteve ali. Na verdade, preciso saber como afirmar os meus sentimentos. E a coragem? Esta é a palavra que preciso desenvolver em meu vocabulário atualmente.
Novo assunto: Há uma música instrumental (apenas um piano) falando comigo. O nome dela é "All the Girls Hate Her". Isto é tão normal para mim... criar histórias em melodias e me ver inserido nelas.
Trilha do Post:
Tori Amos - "Song for Eric"
Tori Amos - "Thoughts"
The Cardigans - "I Need Some Fine Wine And You, You Need To Be Nicer"
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Sexta-feira, Julho 22, 2005
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Strange (fruit)
O aniversário passou, mas foi o melhor em tempos. As comemorações iniciaram-se na sexta e terminaram na terça de madrugada.
Fazia dois anos que não passa a data em casa (RS) e com os amigos daqui - isso é um outro post. No final das contas, foi tudo muito bom, inovador e, ao mesmo tempo, inesperado.
O problema é que agora me sinto diferente. As pessoas percebem. Não sei se é uma mudança que veio para o bem ou não. Porque que quando percebo, as coisas já estão acontecendo e estou envolvido.
Estou estranho, sim, e posso perceber isso pela minha constante trilha sonora.
Trilha do Post:
Tori Amos discos + B-sides
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Quinta-feira, Julho 14, 2005
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Para não perder o hábito
Shelby Lynne - Suit Yourself
   
Shelby Lynne continua da trilha certa após o lançamento de Identity Crisis (2003). Suit Yourself apresenta uma produção singela com conversas descontraídas em algumas músicas - "Go With it" traz Lynne tentando acertar o bridge com a banda até que esta ganhe forma. As letras continuam tendo o merecido cuidado como fica evidente em "Where Am I Now?", conduzida por voz e violão basicamente, roubando à atenção com belas frases como: "I´m looking for a house where the door is open / my body´s moving fast but my spirit´s broken / where am I now?".
"I Cry Everyday" é um country/soul que em determinado instante recebe um falso final até que Shelby volte a cantar para finalizar a composição suavemente. "Johnny Met June" aborda o encontro de Johnny Cash e June Carter Cash - possivelmente a inspiração vem do projeto Walk the Line, filme que retrata a vida do lendário cantor e no qual Lynne interpreta, na tela grande, a mãe do compositor.
O álbum apresenta dois covers de Tony Joe White: "Old Times Sake" e "Track 12" (sim, é o número, mas a canção em questão é "Rainy Night in Georgia"). Shelby contribui com sua elegância, sutileza e sentimento nas composições de White. Outras carregam um ritmo mais pop (nada ao estilo do álbum Love, Shelby) como "I Won´t Die Alone" e "You Don´t Have a Heart". Pode ser coisa da minha cabeça, mas na primeira imagino Natalie Merchant na melodia. Outro momento de destaque são os 59 segundos da precisa e apaixonante "You and We".
Melhor disco da carreira de Shelby Lynne? Possivelmente.
Dica de download: "You Don't Have a Heart" ( ), "Old Times Sake" ( ) e "I Cry Everyday" ( ).
Juliette & the Licks - You're Speaking My Language
  
Não é de hoje que estrelas hollywodianas procuram seguir carreira musical. O único porém, neste 'seguir' é o número delas que sucedem. Podemos citar Julie Delpy com o seu belo disco de estréia que nunca ganhou o merecido reconhecimento (além da trilha de Antes do Pôr-do-Sol) ou Robert Downey Jr. divulgando um material no mínimo interessante, mas nada espetacular. Ah sim... sem contar bandas de atores como Keanu Reeves, Russel Crowe, Jared Leto,... e a listinha continua.
No entanto, Juliette Lewis (e os The Licks) parecem acertar numa sonoridade intensa que busca influências no Hole (de Courtney Love) e Yeah Yeah Yeahs (de Karen O). O jeitão despojado da moça, presente em seus filmes, está no seu disco. São guitarras, batidas secas, vocal sensual e despretensioso - nada de muitas firulas e falsettes. Lewis procura ser o mais direta possível, como fica registrado no primeiro single "You´re Speaking My Language". E é por isso que funciona.
Entre as melodias pesadas, gritos e o rock escrachado ("So Amazing"), "Seventh Sign" ganha uma 'popice' que a torna uma das faixas mais fáceis de entender a 'linguagem' da banda. Se depender deste álbum, Lewis tem uma das carreiras mais promissoras no cenário musical - sim, no meio hollywodiano, é claro.
Dica de download: "Money in My Pocket", "American Boy" e "This I Know".
Garbage - Bleed Like Me
  
Após quatro anos do pop/rock eletrônico de beautifulgarbage, a banda de Shirley Manson volta com este Bleed Like Me. O novo trabalho não retoma o último álbum da banda - a única similaridade é a energia que Manson transporta para suas composições, geralmente focando sua vida e personalidade.
O disco abre com "Bad Boyfriend" e a participação de Dave Grohl (Foo Fighters) na bateria - uma espécie de rivalidade entre agressão melódica e o timbre da vocalista. O primeiro single ("Why Do You Love Me") é frenético na sua execução até o momento em que a cantora muda de tempo (melodia) para tirar suas dúvidas sobre uma relação em que acredita estar sendo traída. Um dos melhores momentos do trabalho ficam por conta dos riffs promissores de "Run Baby Run" (uma das minhas favoritas), representando muito bem a banda, e "Right Between the Eyes" com toques sutis de Version 2.0.
No final das contas, mesmo sofrendo com críticas negativas, o Garbage volta em boa forma fazendo o que sabe: ser ele mesmo. E nem precisa ser tão original para isso.
Dica de download: "Bad Boyfriend" ( ), "Sex Is Not The Enemy" ( ) e "Run Baby Run" ( ).
Trilha do Post:
De tudo um pouco para variar
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