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| A Camp, Aimee Mann, Alana Davis,
Ani DiFranco, Arcade Fire, Basement Jaxx, Ben Kweller, Beth
Orton, Carina Round, Carla Werner, Casey Dienel, Cerys Matthews,
Coldplay, David Gray, Elliot Smith, Eurythmics, Fiona Apple,
Frou Frou, Garbage, Hole, Imogen Heap, Jeff Buckley, Joanna
Newsom, Jon Brion, Joni Mitchell, Juana Molina, Kanye West,
Kate Bush, Kylie Minogue, Lamb, Leona Ness, Lisa Loeb, Liz
Phair, Martina Topley-Bird, Maxïmo Park, Melissa Auf Der Maur,
M.I.A., Missy Elliott, Natalie Merchant, Nellie McKay, Nikka
Costa, Nina Simone, No Doubt, Norah Jones, Outkast, Paula
Cole, Peaches, Pete Yorn, Radiohead, Regina Spektor, Rufus
Wainwright, Shannon Wright, Shelby Lynne, Sheryl Crow, The
Cardigans, The Killers, The Streets, The White Stripes, Tori
Amos, Yann Tiersen, Yeah Yeah Yeahs, Zero 7, ... e muitas
outras cositas. |
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| A Cor Púrpura, Antes do Amanhecer,
Antes do Pôr-do-Sol, Amadeus, Amores Brutos, As Horas, Boogie
Nights, Brilho Eterno, Caindo na Real, Central do Brasil,
Clube da Luta, Cidadão Kane, Corra Lola Corra, Dançando
no Escuro, Donnie Darko, Ed Wood, Elefante, Embriagado de
Amor, Empire Records, Encontros e Desencontros, E Sua Mãe
Também, Evil Dead, Fantasia, Fargo, Hedwig, História Real,
Janela Indiscreta, Magnólia, O Bebê de Rosemary, O Casamento
de Muriel, O Fabuloso Destino de Amèlie Poulain, O Iluminado,
O Mágico de Oz, O Piano, O Povo Contra Larry Flynt, O Que
Terá Acontecido à Baby Jane?, Os Excêntricos Tenenbaums,
Os Incríveis, Pequena Miss Sunshine, Pi, Psicose, Quanto
Mais Quente Melhor, Quase Famosos, Réquiem Para um Sonho,
Seven, Thelma & Louise, Vertigo... |
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Terça-feira, Novembro 30, 2004
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Uma love song não faz mal à ninguém...
"I've never seen you looking so lovely as you did tonight
I've never seen you shine so bright
I've never seen so many men ask you if you wanted to dance
They're looking for a little romance, given half a chance
I have never seen that dress you're wearing
Or the highlights in your head that catch your eyes I have been blind
The lady in red is dancing with me cheek to cheek
There's nobody here, it's just you and me, It's where I wanna be
But I hardly know this beauty by my side
I'll never for get, the way you look tonight" (*)
Deu uma vontade de escutar love songs. Tem aquela da Bonnie Tyler (Total Eclipse of the Heart - na época em que tinha as apresentações da minha turma de piano, havia uma menina que SEMPRE tocava essa) que gosto também...
Ah, e sim, "Piano in the Dark" da Brenda Russel ("I know I'm caught up in the middle I cry just a little / When I think of letting go / Oh no, gave up on the riddle I cry just a little / When he plays piano in the dark") que eu nem lembrava até este final de semana. E "Build", que diziam que o cara falava "pa-pa-papel"... é fofinha também.
Ok, estou nostálgico... antes estava escutando até Elis Regina.
E qual é a sua baladinha romântica (love song) preferida?
Adoro umas (de reunião dançante - isso explico outra hora para quem não sabe o que é) anos 80.
ps: Confesso que estava na rádio UOL escutando a rádio Dia dos Namorados. Pronto, passou.
Trilha do Post:
(*) Chris De Burgh - "Lady in Red"
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Segunda-feira, Novembro 29, 2004
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Daquelas coisas que vi em São Paulo
Não se trata bem de uma lenda urbana. Na verdade, pode ser bizarro, engraçado (para os sem coração) ou história de mentiroso (e bêbado). É o tipo de coisa que todo mundo conta, mas você não acredita. Só vendo.
Então... lá estava eu. Esperando no meio da rua, o sinal de pedestre abrir para atravessar para o outro lado, e assim chegar no prédio em que moro. De repente, estou olhando para as coisas que aconteciam em frente à minha casa, até que algo bate nos galhos de uma árvore. Logo pensei: "Nossa! Alguém deixou cair alguma coisa lá de cima". Deve até ser normal cair coisas de prédios, como: brinquedos de criança, grampos de roupa, cuspe, vômito... enfim, voltando ao post - ... junto com aqueles galhos atirados no chão, logo em seguida vinha um gato (razoavelmente grande) que logo ficou se debatendo no chão devido a queda.
Ele havia caído de algum dos apartamentos e, agora, estava em um pseudo estado epilético, tremendo e jorrando sangue (bem pouquinho) pela boca. Não sabia se eu ficava com dó, em estado de choque ou o quê - pensei até em uma risada leve para disfarçar o quão chocado estava. E ainda pensei: "Meu Deus... e se caísse em cima de alguém?". Mas, não caiu.
Atravessei a rua, olhei o gato ainda se contorcendo e entrei no meu prédio sem dizer nada. De repente, quando estava no corredor para pegar o elevador, entra um garoto eufórico pela porta da frente e fala para o porteiro: "Moço... caiu um gatinho lá de cima". A forma que ele disse aquilo, parecia que era normal cair gatos de prédios.
O que aprendi com isso? Que quando você estiver passando pela calçada, perto de um prédio, esteja preparado para o que der e vier. Na verdade, estou um pouco traumatizado com isto e tento evitar o máximo passar por baixo de prédios de agora em diante.
Fato ocorrido no dia 25 de novembro, por volta das 19:15
Pós-post: Acabo de saber hoje à noite, que o gato caiu do 14º andar e passa bem, obrigado! Ou seja, ele apenas perdeu uma das seis vidas que lhe restam.
Notícia recebida por volta das 22:30 hs.
Trilha do Post:
Jon Brion, a trilha do filme I Heart Huckabees
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Quarta-feira, Novembro 24, 2004
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Os Esquecidos
   
Depois de ouvir as pessoas dizerem para mim: "horrível", "péssimo" e "não vá assistir", posso dizer que sobrevivi. Julianne Moore pode fazer seus filmes bombásticos (aqui com sinônimo de ruins), sim. A única explicação para a má escolha de roteiros e personagens é a grana que estes projetos (realizados por estúdios grandes) oferecem à atriz, creio eu. Afinal, ninguém quer viver eternamente de salário mínimo - e assim, deviam ser os filmes de baixo orçamento que a lançaram. E Julianne, experta como é, descobriu isso quando fez Evolução, penso eu.
Os Esquecidos não é diferente. Logo de cara, percebe-se que o longa tem um orçamento bom, já que usa e abusa dos efeitos especiais - que causam risadas da platéia. A premissa até que agrada (nos primeiros minutos): após visitas ao psiquiatra, uma editora de livros infantis (Moore) descobre que nunca teve o filho que acredita ter perdido em um acidente aéreo. Ou seja, tudo não passou de uma fantasia que durou 9 anos.
Outro destaque é a atriz - desaparecida - Alfre Woodard em um projeto deste porte, mesmo que uma de suas cenas seja um dos momentos mais hilários do longa.
Então quer dizer que o único motivo para assistir este filme é o nome de Moore? Sim. Apesar das críticas contra, é mais um projeto que menospreza o talento (inegável) da atriz.
Agora é esperar que ela volte com seus personagens dramáticos no próximo ano - já que deste vez não terá cerimônia do Oscar e nem Globo de Ouro com o seu nome na lista de indicadas. Aliás, ela que se cuide, afinal não merece entrar pela área de serviço desses locais.
Trilha do Post:
Algo do Queen tocando no trabalho...
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Quinta-feira, Novembro 18, 2004
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Filmes da Mostra - Vol. VII
La Niña Santa   
de Lucrecia Martel (Argentina, 2004)
Aqui tem tudo para ser um filme de Almodóvar - só faltou os travestis que o diretor adora. O cineasta espanhol assina a produção do longa de Lucrecia Martel - a mesma do elogiado O Pântano. Amália, uma garota de 15 anos, é a personagem principal. Uma adolescente cheia de incertezas, como qualquer outra de sua idade, e é para a amiga Josefina com quem divide suas vivências. Mas, tudo vem a calhar quando no hotel em que vive com a mãe e o tio, está para acontecer um congresso de médicos. Isso porque, um dos presentes - que acaba envolvendo-se com a mãe da garota, é o mesmo que Amália diz para Josefina ter a molestado. O melhor do cinema de Lucrecia é que seus personagens mesmo carregando consigo temas tão pesados nunca ganham atuações exageradas que possam fazer o longa se torna em um melodrama em espanhol.
Terra de Fartura  
de Wim Wenders (Land of Plenty, EUA, 2004)
Nunca pensei em assistir a um filme com uma atriz do seriado Dawson´s Creek (que não fosse uma comédia romântica ou algo do gênero) e dizer que é boa no que faz. A menina em questão é Michelle Williams - ela é Lana. Após morar mais de 10 anos fora dos EUA para prestar serviços humanitários em outros países por influência da mãe, volta à América para encontrar o seu tio Paul. Ele, por sua vez, é um ex-veterano do Vietnã que após os atentados de 11 de setembro criou uma paranóia de ficar perseguindo nas ruas (com sua van equipada) pessoas que possam ser identificadas como inimigos ou até mesmo que estejam planejando um novo atentado. A transformação que Lana causa no personagem do tio são típicas de Wenders, mas algumas cenas do mesmo acabam sendo desnecessárias quando abordam questões sérias e ganham toques satíricos.
Os Sonhadores   
de Bernardo Bertolucci (The Dreamers, Itália/França/Inglaterra/EUA, 2004)
Bertolucci fez um filme adulto para jovens. Não apenas para jovens, mas jovens apaixonados por cinema assim como suas personagens. Michael Pitt (o Tommy Gnosis de Hedwig) tem um papel no mínimo corajoso. Mas, se alguém rouba a cena são os outros dois atores: Eva Green e, principalmente, Louis Garrel. O que mais chama a atenção no trabalho de Bertolucci - quando este não fica monótono, são as cenas em que clássicos do cinema mesclam com a película do diretor. Apesar do filme se passar durante uma época em que ocorreram várias mudanças culturais na França, logo toda a questão de revolução é deixada de lado para o romance entre as três personagens ganhar forma.
E já não bastava ouvir Michael Pitt cantando em Hedwig, aqui ele volta ao exercício de cantor contribuindo para a trilha com a canção "Hey Joe".
PS1: Chega de Filmes da Mostra
PS2: Escutei o disco da Gwen Stefani e não surpreendeu nada. Talvez a expectativa era muita. Quero escutá-lo ainda um pouco para chegar as conclusões finais. Ah, vocês podem ouví-lo aqui. Achei meio deprimente ouvir ela cantando: "I was a rich girl... la lala lala lala lala lala lala lalaa".
PS3: Eu não vejo a hora de assistir Os Incríveis.
Trilha do Post:
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Domingo, Novembro 14, 2004
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Filmes da Mostra - Vol. VI
Casa Vazia    
de Kim ki-duk (Bin-Jip, Coréia do Sul, 2004)
O amor não se fala, sente-se. E os dois protagonistas do filme são assim... não precisam de palavras quando pelo olhar e pelo toque encontram o que buscam. Ele invade casa de estranhos (sem nunca roubar nada e até faz alguns consertos de utensílios que estão estragados), onde aproveita o conforto que não tem. Ela uma mulher solitária que apanha do marido. Os dois se encontram pela primeira vez, na casa dela, quando esta é arrombada. É um trabalho delicado, que dá a idéia de que a vida pode melhorar. Tanto para ele, que pretende não fazer mais essas invasões, como para ela que não quer mais viver ao lado da pessoa que não ama. O longa termina com uma frase que se encaixa perfeitamente no seu conteúdo.. mas para isso, vai assistir.
Detroit
de Carsten Ludwig, Jan-Christoph Glaser (Alemanha, 2003)
Mais um dos filmes que a gente escolhe na sorte - e sai no azar. A história de Edzard procura ser inovadora, mas acaba sendo confusa e pouco interessante. Ele é um cara aparente normal que está voltando à sua cidade Natal para visitar a família. Mas, no caminho acaba conhecendo alguns personagens (mais de uma vez até) que acabam fazendo com que Edzard mostre-se um sujeito muito mais confuso do que aparenta ser. Chegando no final, o longa ainda pretende mais uma vez surpreender o seu espectador, mas acaba deixando-o cada vez mais confuso... e quando as luzes do cinema se acendem, você pensa: "tá e agora?" e as pessoas na sala estão todas frustradas... como você.
Ninguém Pode Saber    
de Hirokazu Kore-eda (Dare Mo Shiranai, Japão, 2004)
Impossível não se sensibilizar com a história de quatro irmãos que mudam-se com a mãe para um pequeno apartamento em Tóquio - todos eles de pais diferentes. A mãe apenas apresenta o filho mais velho aos proprietários, enquanto as outras crianças, entram no local escondidas dentro de malas. Apesar de ninguém poder saber que há mais três crianças pequenas lá, é Akira (o filho mais velho - de 12 anos) que é responsável por todas, enquanto a mãe sai para trabalhar. O longa deixa o espetador com um nó na garganta quando a a mãe deixa um pouco de dinheiro e um bilhete para o filho mais velho, no qua diz que irá ficar uma temporada fora de casa e que ela confia o suficiente no garoto para que cuide de seus irmãos.
Logo no início, Ninguém Pode Saber, deixa claro que é baseado em fatos reais. O menino que interpreta Akira é ótimo - depois vim a saber que ele ganhou o prêmio de Melhor Ator no Festival de Cannes. Mas, na verdade, é todo elenco - infantil - que é magnífico. E mais ainda seu diretor (o mesmo de Depois da Vida) que consegue desenvolver seus personagens de forma convincente. É filme obrigatório para 2004 - ou quando estrear nos cinemas.
Trilha do Post:
Regina Spektor, o disco Soviet Kitsch
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Sábado, Novembro 13, 2004
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Filmes da Mostra - Vol. V
Twinni  
de Ulrike Schweiger (Austria, 2003)
Aqui é um caso de filme bonitinho. Twinni é uma garota de 13 anos, que muda-se com a mãe e a irmã mais velha, para Viena após a separação dos pais. Lá, cria novos laços de amizades, até mesmo com um padre que não entende o porquê a garota quer se torna coroinha (afinal, esta é uma função apenas para os garotos) e começa a se interessar pelos meninos. É um projeto sem pretensão, no qual uma adolescente descobre a adolescência - alguns momentos lembram muito Agora e Sempre.
A Face Oculta da Lua   
de Robert Lepage (La Face Cachée de la Lune, Canadá, 2003)
Philippe é um operador de telemarketing, com olhos sempre em sua tese de doutorado (algo sobre a cultura científica e as motivações narcisístas no campo da corrida espacial). Já seu irmão (Andre), é totalmente o seu oposto - trabalha como apresentandor do tempo numa rede de televisão e mora com o namorado. Os dois voltam a ter contato, com a morte da mãe de ambos. O diretor Robert Lepage com este roteiro, apresenta um retrato da vida de sua personagem principal (Philippe), desde a infância até a vida adulta, mas sempre relacionando temas pessoais com a sua tese. Robert Lepage não é apenas responsável pela direção, mas também pela produção, roteiro e atuação dos irmãos Philippe e Andre. Ao final do filme, as pessoas batiam palmas. O diferencial de seu trabalho, é a sua criatividade.
Casa de Areia e Névoa    
de Vadim Perelman (House of Sand andf Fog, EUA, 2003)
O filme gira em torno da casa do título. Kathy (Jennifer Connelly, repleta de bons momentos e com cenas que lembram Réquiem Para um Sonho, como a do pier) é despejada da casa onde mora, por um erro burocrático, enquanto Massoud Amir Behrani (Ben Kingsley, fenomenal) compra a casa em um leilão feito pelo estado por um preço baixíssimo. Mas, ao saber do erro cometido pelo Estado, Kathy quer sua casa de volta, mas agora Massoud só quer sair do local quando receber a quantia que ele acredita que a casa vale. Diante de personagens fortes (e ao mesmo tempo frágeis), Casa de Areia e Névoa abusa um pouco da dramacidade, mas mesmo assim consegue um final no mínimo impactante. No DVD da área 1, encontra-se um final alternativo. Ah, e o filme já está em circuito nacional.
Trilha do Post:
Tori Amos, tô ouvindo (assistindo) o DVD Welcome to Sunny Florida
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Filmes da Mostra - Vol. IV
Perth
de Djinn (Cingapura, 2004)
Apesar de ter uma premisa razoavelmente interessante - a de um motorisa de táxi que trabalha também como segurança para arranjar um dinheiro extra (e mudar-se para a costa da Austrália), mas acaba prestando serviços para uma rede de prostituição de mulheres vietnamitas em Cingapura, acaba se tornando em um projeto feito para a sessão de filmes (orientais) da Bandeirantes.
Deprimente mesmo é assistir os atores orientais com carinha de vendedor do Promocenter (falando em inglês) parecendo aqueles norte-americanos (recheados de chavões) que falam "fuck" e "motherfucker" de cinco em cinco segundos. Confesso que assisti este por falta de opção.
Agnes e Seus Irmãos 
de Oskar Roehler (Agnes und Seine Brüder, Alemanha, 2004)
Mais um filme alemão que fiquei curioso. Quando li sua história, imaginei algo no estilo de Hedwig... puro engano. Aqui, segue-se uma linha totalmente oposta, quando se relata a história de três irmãos - na verdade, a Agnes do título submeteu-se a uma cirurgia para a mudança de sexo. O personagem menos destacado é o da própria Agnes (o ator Martin Weiß, que chama a atenção com sua interpretação). De resto, temos Werner (Herbert Knaup) que lembra muito uma versão alemã de Kevin Spacey em Beleza Americana e Hans (Moritz Bleibtreu, o Manni de Corra Lola Corra) como um ser viciado em sexo e que não consegue conter sua compulsão pela masturbação até mesmo no local de trabalho - o melhor, é como ele encontra a "cura" para o seu problema. Começa bem, mas logo se perde em um roteiro que não faz nenhuma relação inicial-final no seu desfecho.
Bens Confiscados 
de Carlos Reichenbach (Brasil, 2004)
A repuxada Betty Faria, quer continuar nos cinemas e não apenas ser lembrada como a Tieta do Agreste. Aqui ela é uma enfermeira enviada para o Rio Grande do Sul (onde todos os gaúchos são grossos que batem em mulher, é claro... esteriótipo) para ser responsável pelo filho (bastardo) de um político corrupto que deve ficar longe das colunas da mídia. O garoto é enviado contra à sua vontade para o litoral gaúcho, mas acaba tendo uma relação de carinho e troca com a personagem de Beth. Aquela velha história... o menino era rebelde, mas depois virou um doce. Ainda sobre Betty Faria, este é um trabalho maduro na sua carreira, mas quem chama mesmo a atenção não é nem ela e nem a VJ da MTV, Marina Person (que até paga uns beijinhos em outra menina), mas sim a atriz Beth Goulart (que encontrou inspiração em Nicéia Pitta para fazer sua personagem) - e olha que ela uma "coadjuvante coadjuvante".
Trilha do Post:
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