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| A Camp, Aimee Mann, Alana Davis,
Ani DiFranco, Arcade Fire, Basement Jaxx, Ben Kweller, Beth
Orton, Carina Round, Carla Werner, Casey Dienel, Cerys Matthews,
Coldplay, David Gray, Elliot Smith, Eurythmics, Fiona Apple,
Frou Frou, Garbage, Hole, Imogen Heap, Jeff Buckley, Joanna
Newsom, Jon Brion, Joni Mitchell, Juana Molina, Kanye West,
Kate Bush, Kylie Minogue, Lamb, Leona Ness, Lisa Loeb, Liz
Phair, Martina Topley-Bird, Maxïmo Park, Melissa Auf Der Maur,
M.I.A., Missy Elliott, Natalie Merchant, Nellie McKay, Nikka
Costa, Nina Simone, No Doubt, Norah Jones, Outkast, Paula
Cole, Peaches, Pete Yorn, Radiohead, Regina Spektor, Rufus
Wainwright, Shannon Wright, Shelby Lynne, Sheryl Crow, The
Cardigans, The Killers, The Streets, The White Stripes, Tori
Amos, Yann Tiersen, Yeah Yeah Yeahs, Zero 7, ... e muitas
outras cositas. |
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| A Cor Púrpura, Antes do Amanhecer,
Antes do Pôr-do-Sol, Amadeus, Amores Brutos, As Horas, Boogie
Nights, Brilho Eterno, Caindo na Real, Central do Brasil,
Clube da Luta, Cidadão Kane, Corra Lola Corra, Dançando
no Escuro, Donnie Darko, Ed Wood, Elefante, Embriagado de
Amor, Empire Records, Encontros e Desencontros, E Sua Mãe
Também, Evil Dead, Fantasia, Fargo, Hedwig, História Real,
Janela Indiscreta, Magnólia, O Bebê de Rosemary, O Casamento
de Muriel, O Fabuloso Destino de Amèlie Poulain, O Iluminado,
O Mágico de Oz, O Piano, O Povo Contra Larry Flynt, O Que
Terá Acontecido à Baby Jane?, Os Excêntricos Tenenbaums,
Os Incríveis, Pequena Miss Sunshine, Pi, Psicose, Quanto
Mais Quente Melhor, Quase Famosos, Réquiem Para um Sonho,
Seven, Thelma & Louise, Vertigo... |
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Quinta-feira, Agosto 19, 2004
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Rápidas... porque quem tem pressa chega primeiro
# 01. Eu já disse que um dos meus passatempos agora é assistir o Programa do Clodovil - A Casa é Sua? Pelo menos, enquanto estou almoçando. Adoro a Ofrásia - a empregada do programa. A atriz está num teatro aqui perto de casa. Uma hora dessas, com certeza, vou assisti-lá. Enquanto isso, do outro lado da rua, está passando Chicago. Mas, sou mais Ofrásia.
# 02. Ainda falando de TV, já disseram que na Casa dos Artistas (Quero Ser Protagonista de Novela do SBT!) tem um travesti. E não é que é verdade? Assisti hoje o programa (ainda fraco) pela primeira vez.
Pior é que ainda você pode contratá-la para festas, batizados, casamentos ou programas mais ousados. Duvida? Então olha isso. E ela é dotada... aqui tem mais ousadia no ensaio...
# 03. Continuando... assisti o novo filme do M. Night Shyamalan - The Village (provavelmente, vão chamar de A Vila). Em breve, escrevo sobre.
Já digo que não é uma obra-prima, mas também é melhor do que a bomba Sinais - que além de ser ruim, traz o Mel Gibson no elenco. Já, The Village tem uma essência de A Bruxa de Blair, o que faz o filme ganhar... e muito. Ah, sim e aqui tem o elemento "final surpreendente", afinal é Shyamalan.
Mas, vou parar de falar. Quem sabe no próximo post, escrevo.
# 04. Descobri que não existe lugar melhor para compras em São Paulo do que na "twenty-five" (aka 25 de Março). Aquilo lá é "ótemo". Por exemplo, comprei meu Ray-Ban lá. E assim, custava 25 reais. Mas, como lá o que funciona mesmo é a pechincha, consegui levar o bichinho por 10. Já disse para os amigos, quando eu tiver que montar a minha casa, ela será montada toda "by twenty-five - preço melhor, ninguém faz".
# 05. Alguém ainda tá lendo? Hmmm... vou colocar mais uma coisinha.
# 06. Dica de disco para escutar no final de semana:
Björk - Medulla
Para quem quiser dar uma ouvidinha no disco novo da Björk, antes de ser lançado (sendo que está fácil de encontrá-lo na internet) é só visitar este site aqui para ter uma prévia. A data prevista para o álbum chegar às lojas é 31 de agosto - pelo menos lá fora, aqui no Brasil não faço idéia.
# 07. É isso. Bom final de semana para todos. E Luebas... prepara-te.
Trilha do Post:
Chicks on Speed, o disco 99 Cents (*)
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Segunda-feira, Agosto 16, 2004
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Connie e Carla - As Rainhas da Noite
   
Com o roteiro de Nia Vardalos (a mesma de Casamento Grego), Connie & Carla mais parece uma versão moderna de Quanto Mais Quente Melhor. A história é muito similar: Connie e Carla são duas garotas que almejam o sucesso cantando músicas de espetáculos como: Cats, Cabaret, Jesus Cristo Superstar à Evita. Porém, após presenciarem um assassinato, fogem para um lugar, segundo elas, que não existe vida cultural: Los Angeles.
Chegando lá e com contas para pagar, as duas acham a solução perfeita para os seus problemas. Disfarçam-se de drag queens e acabam se tornando o grande sucesso do clube noturno. Ah, sim... e tem o ator David Duchovny (de Arquivo X) fazendo o par romântico - quase impossível - de Nia Vardalos, que fica divida entre "o homem de sua vida" ou manter o "segredo".
O roteiro é fraco, mas algumas risadas são possíveis devido ao talento de Toni Collette e até mesmo de Vardalos - que brilha menos. Collette não tinha um papel tão divertido e cômico desde O Casamento de Muriel (que sim, pode ser visto também como um filme triste). Connie e Carla, apesar de não serem Thelma & Louise, valem meio ingresso.
Connie e Carla - As Rainhas da Noite (Connie and Carla, EUA, 2004)
De: Michael Lembeck
Com: Nia Vardalos, Toni Collette, David Duchovny, Stephen Spinella, Debbie Reynolds. 98 min.
Mulheres Perfeitas
   
OK. Um motivo para assistir Mulheres Perfeitas? Claro, afinal só tem um motivo mesmo. Vamos lá, tente.
Nicole Kidman? Resposta errada. Glenn Close? Não. Christopher Walken? Fala sério... ele está fazendo o mesmo papel de sempre... Faith Hill ou Matthew Broderick? Você tá brincando, né?
Enquanto você tenta adivinhar, aqui vai a resposta: Bette Midler. Apesar de ser apenas uma codjuvante no filme, ela prova que continua sendo uma ótima atriz para comédia (mesmo que ainda nos projetos errados) e aproveita suas falas ao máximo - as melhores do filme.
Já a ganhadora do Oscar de melhor nariz postiço em As Horas, Nicole Kidman, é Joanna. Uma executiva da televisão especializada em criar reality shows (daqueles que arruinam famílias) até que é um dos participantes tenta matá-la, por ter sua vida conjugal prejudicada. Após este atentado, além de ser demitida, sofre um colapso nervoso. Seu marido (Matthew Broderick - uma ameba no filme inteiro) encontra a solução perfeita: mudar-se para Stepford. Um lugar onde as mulheres são perfeitas, "submissas até o útero"* e comportam-se como donas-de-casa dos anos 50 - uma coisa american way of life. É nesse mundinho bizarro, que a personagem de Kidman encontra a salvação do filme: Bobbie Markowitz ou a personagem de Bette Midler. Juntas, tentam desvendar o verdadeiro segredo que existe na bela e perfeita cidade - principalmente, nas mulheres que vivem lá.
O filme é baseado no livro de Ira Levin, que acredito ser muito melhor que este filme e até mesmo do que a versão original de 1975, Esposas em Conflito. O escritor é responsável pelo clássico O Bebê de Rosemary levado às telas por Roman Polanski. Quem adapta Mulheres Perfeitas é Paul Rudnick, que poderia levar o prêmio de mico do ano, num trabalho tão mal desenvolvido e elaborado... com um final ridículo e incoerente à história apresentada. E não é um casal gay na trama que fará alguma diferença neste trabalho mal acabado e de pouco brilho.
* - expressão àquelas que dão tudo de si para o outro.
Mulheres Perfeitas (The Stepford Wives, EUA, 2004)
De: Frank Oz
Com: Nicole Kidman, Matthew Broderick, Bette Midler, Roger Bart, Jon Lovitz, Faith Hill, Glenn Close e Christopher Walken. 115 min.
Trilha do Post:
Annie Lennox, o disco Diva - baixe "Little Bird"
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Terça-feira, Agosto 10, 2004
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Super Size Me - A Dieta do Palhaço
   
Poderia simplesmente fazer um longo post sobre Fahrenheit 9/11, dizendo as mesmas coisas que todo mundo tá falando sobre o novo - polêmico - filme de Michael Moore (que deveria se chamar Kill Bush). Mas, vou escrever sobre outro documentário tão aguardado quanto. Estou falando de Super Size Me - A Dieta do Palhaço que consegui assistir em pré-estréia.
Segundo o diretor Morgan Spurlock, a idéia de rodar este projeto, surgiu após assistir uma matéria na televisão sobre duas garotas norte-americanas que estavam processando o McDonald´s (a maior rede de fast food do mundo) por torná-las jovens obesas. Com esta informação, o diretor torna-se o personagem principal em uma viagem por vinte cidades dos EUA para entender o porquê da explosão da obesidade no país. Explosão essa tratada como uma epidemia.
Após vários exames médicos, o ator-diretor se propõe a comer durante um mês (café da manhã - almoço - janta) apenas produtos que fazem parte do cardápio da rede McDonald´s - cardápio este, um pouco diferente do que estamos acostumados. O resultado é no mínimo catastrófico. Spurlock não apenas engorda mais de 10 quilos, como também tem a sua saúde e, principalmente, o fígado atacado (chegando a ser comparado com o de uma pessoa alcoólatra).
O estilo de "ameaça" é o mesmo de Michael Moore. Porém, Spurlock é apenas um aprendiz. Super Size Me possui os mesmos ingredientes: fazer deboche, provocar e apresentar revelações chocantes ao espectador. O diretor sabendo que esse é o caminho certo para um bom documentário, seguiu direitinho a "Dieta de Moore". Com o filme, Spurlock ainda conseguiu com que o McDonald´s tirasse as versões "super size" (tamanhos maiores que o habitual - algo que deveria ter no Brasil, afinal um lanche do McDonald´s não sustenta - pelo menos não à mim) do seu cardápio, mesmo que a empresa afirme que o documentário não tenha nenhuma influência sobre esta decisão.... tá bom!
A diferença do documentário de Moore e Spurlock é simples. Caso eu fosse um norte-americano, nunca mais iria votar em Bush, mas continuaria indo tranqüilamente no McDonald´s. Agora basta com que cada espectador faça a sua escolha. Eu continuo escolhendo o Cheddar McMelt, porém sem exageros....
Super Size Me - A Dieta do Palhaço (Super Size Me, EUA, 2004)
Direção: Morgan Spurlock. 84 min.
Trilha do Post:
Os discos da Lisa Loeb, Way It Really Is e Tails
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Sexta-feira, Agosto 06, 2004
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Silêncio... estou lendo
Tá... eu estou lendo algo sério também... O Hobbit.
Mas é O Livro do Pênis que é o divertido... aqui vai um trecho onde se fala sobre o pênis no cinema, citando o filme Boogie Nights - Prazer Sem Limites:
"Um pênis aparece no final de Boogie Nights, o filme de 1997 sobre a indústria de vídeos e filmes pornôs, quando o grande astro pornô, interpretado por Mark Wahlberg, encara o espelho para se ver em todo o seu esplendor. O pênis visto na tela é um enorme utensílio protético, tão falso quanto o enorme nariz que um ator precisa usar se quiser interpretar Cyrano de Bergerac." (p. 77)
Ou então esse trecho engraçado:
"Os jamaicanos, segundo me foi dito, são reconhecidamente imensos. Eles põem anúncios pessoais em revistas pornográficas para homossexuais. Pode-se ver um atrás do outro: jamaicano, 25 centímentros; jamaicano, 28 centímetros. Um garoto de programa que entrevistei disse que os homens da Europa Oriental têm os maiores de todos..." (p. 27)
Quando eu descobrir mais coisas coloco aqui. Depois escrevo uns trechinhos sobre A Casa da Mãe Joana também.
Trilha do Post:
Lisa Loeb - "Hand Me Down"
Lisa Loeb - "Window Shopping"
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