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| A Camp, Aimee Mann, Alana Davis,
Ani DiFranco, Arcade Fire, Basement Jaxx, Ben Kweller, Beth
Orton, Carina Round, Carla Werner, Casey Dienel, Cerys Matthews,
Coldplay, David Gray, Elliot Smith, Eurythmics, Fiona Apple,
Frou Frou, Garbage, Hole, Imogen Heap, Jeff Buckley, Joanna
Newsom, Jon Brion, Joni Mitchell, Juana Molina, Kanye West,
Kate Bush, Kylie Minogue, Lamb, Leona Ness, Lisa Loeb, Liz
Phair, Martina Topley-Bird, Maxïmo Park, Melissa Auf Der Maur,
M.I.A., Missy Elliott, Natalie Merchant, Nellie McKay, Nikka
Costa, Nina Simone, No Doubt, Norah Jones, Outkast, Paula
Cole, Peaches, Pete Yorn, Radiohead, Regina Spektor, Rufus
Wainwright, Shannon Wright, Shelby Lynne, Sheryl Crow, The
Cardigans, The Killers, The Streets, The White Stripes, Tori
Amos, Yann Tiersen, Yeah Yeah Yeahs, Zero 7, ... e muitas
outras cositas. |
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| A Cor Púrpura, Antes do Amanhecer,
Antes do Pôr-do-Sol, Amadeus, Amores Brutos, As Horas, Boogie
Nights, Brilho Eterno, Caindo na Real, Central do Brasil,
Clube da Luta, Cidadão Kane, Corra Lola Corra, Dançando
no Escuro, Donnie Darko, Ed Wood, Elefante, Embriagado de
Amor, Empire Records, Encontros e Desencontros, E Sua Mãe
Também, Evil Dead, Fantasia, Fargo, Hedwig, História Real,
Janela Indiscreta, Magnólia, O Bebê de Rosemary, O Casamento
de Muriel, O Fabuloso Destino de Amèlie Poulain, O Iluminado,
O Mágico de Oz, O Piano, O Povo Contra Larry Flynt, O Que
Terá Acontecido à Baby Jane?, Os Excêntricos Tenenbaums,
Os Incríveis, Pequena Miss Sunshine, Pi, Psicose, Quanto
Mais Quente Melhor, Quase Famosos, Réquiem Para um Sonho,
Seven, Thelma & Louise, Vertigo... |
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Sábado, Junho 26, 2004
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Leis da Atração
   
Leis da Atração é o tipo de filme que nunca iria me fazer sair de casa, pagar meia entrada de cinema... mas, o nome de Julianne Moore estampado no cartaz, vale o meu ingresso.
A história é simples e fica se sustentando, na maioria das cenas, em clichês. Na trama temos dois advogados, especialistas em divórcios, que após vários duelos nos tribunais acabam se apaixonando... precisa mais? Quer saber o final? Um filmezinho gostoso de se assistir dando aquela velha idéia de que "os oposto se atraem", sabe? Mas vá sem compromisso e não espere muita coisa, como eu, de repente você se surpreende.
Incrível mesmo é que Julianne Moore e (acredite) Pierce Brosnan conseguem arrancar risadas fáceis do público (e confesso que roubaram minhas também). Moore (tá, não vou ficar babando muito para não ser chato) consegue incorporar tão bem a sua personagem, diante de vários chavões colocados na tela, que eu não conseguia pensar em filmes como: Magnólia, Longe do Paraíso ou Fim de Caso - que são os dramalhões que admiro em seu currículo.
Francis Fisher também apresenta momentos ótimos, interpretando uma mãe cinquentona que detesta ser chamada de "mamãe" (pela personagem de Moore), faz reuniões com as amigas à la injeção de silicone nos lábios e freqüenta shows de rock. A atriz mostra que não foi apenas a mãe megera de Kate Winslet, em Titanic para quem lembra, mas que tem um ótimo timing para comédias.
Enfim, Leis da Atração é como qualquer comédia romântica, cumprindo o que promete: divertir e acreditar no amor (essa última frase é tão clichê como o longa).
Agora fui dormir mesmo...
Leis da Atração (Laws of Attraction, EUA, 2004)
Direção: Peter Howitt
Com: Pierce Brosnan, Julianne Moore, Parke Posey, Michael Sheen . 92 min.
Trilha do Post:
Fiona Apple - "Extraordinary Machine" (no repeat)
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Sexta-feira, Junho 18, 2004
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Sobre discos...
Allison Moorer - The Duel
   
Diferente do que muitos acreditam, Allison Moorer não é nenhuma cantora revelação. Em seu currículo consta três bons trabalhos e até mesmo uma indicação ao Oscar de Melhor Canção Original com a faixa "A Soft Place to Fall", do filme O Encantador de Cavalos.
Sua bela voz remete (e muito) a de sua irmã, a também cantora Shelby Lynne (curiosidade: as duas presenciaram o pai matar a mãe com uma arma e, logo em seguida, suicidar-se). Por isso, não se assuste caso houver muita semelhança (vocal) aqui.
"Believe You Me" e "I Ain´t Giving Up on You" transmitem tamanha qualidade que são as melhores faixas do disco. Outra que chama à atenção é Melancholy Polly", um folk-rock de primeira. "The Duel" é uma balada levada ao piano, enquanto "Once Upon a Time She Said" é conduzida por um violão e a voz frágil de Moorer. Definitivamente, o álbum está na minha lista dos 10 favoritos do ano até o momento.
Dica de download: "Believe You Me", "Baby Dreamer" e "I Ain´t Giving Up on You"
Avril Lavigne - Under My Skin
  
Under My Skin livra a imagem de "revolucionária de shopping center" e "sk8ter girl" que Avril Lavigne criou em sua estréia (Let Go). Aqui, escreve músicas que remetem amor e relacionamentos turbulentos.
Alguma de suas canções continuam com uma batida roqueira ("Take Me Away"), mas não há como negar que grande parte das baladas do disco (como: "How Does It Feel", "Who Knows" ou até mesmo "My Happy Ending") são a cara de Chantal Kreviazuk, responsável pelos arranjos feitos para o trabalho.
O primeiro single ("Don´t Tell Me") é gostoso de se ouvir e cairá fácil no gosto popular, porém é tão descartável que logo acaba enchendo o saco, assim como a faixa "Fall in Pieces". "He wasn´t" tem cara de single para lançar uma nova Avril - nem que para isso precise incorporar The Donnas em sua música (*). Plágio? Talvez. Mas a canção é excelente.
Uma coisa é fato, enquanto Alanis Morissette fica lançando discos medianos, uma trupe de adolescentes (como Avril), vem promovendo um material superior. Duvida? Escute "Forgotten" e veja o que Morissette poderia fazer ao invés de ficar justificando a má qualidade de seus discos com todo o blá blá blá da Indía. Avril tem pose de roqueira fabricada (sim!), mas pelo menos faz direitinho.
Depois alguém me diz se consegue imaginar a Sandy cantando "Together" e "My Happy Ending", porque eu imagino. Obrigado.
Dica de download: "He Wasn´t", "Forgotten" e "Take Me Away"
(*) - Ele queria aparecer de qualquer jeito. Então, coloquei um tópico da nossa conversa sobre essa faixa.
Franz Ferdinand - Franz Ferdinand
  
Lembra quando os Strokes lançaram o seu primeiro disco? O que todos os críticos disseram? Que era a salvação do rock, não? Enfim, mais uma vez a hístória se repete, mas desta vez é o quarteto escocês Franz Ferdinand que veio para salvar o gênero. Não é apenas de rock que a banda se sustenta, prova disso são as faixas "Tell Her Tonight" (essa você pode acompanhar nas palminhas) e "Take Me Out" que tem uma influência disco na bateria e no baixo.
O grupo é um "sucesso" devido à fórmula pop que o seu disco apresenta, mesmo que os indies de plantão neguem. "The Dark of the Matinee" é uma das possíveis canções que vai conquistar aos ouvintes, até mesmo por ser divertida e ter um elemento pop no refrão, deixando o ritmo na cabeça. E isso não é ruim, a partir do momento em que várias das músicas fazem com que você se envolva no trabalho deles.
Dica de download: "Tell Her Tonight", "The Dark of the Matinee" e "Darts of Pleasure"
Trilha do Post:
Um pouco de cada disco...
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Segunda-feira, Junho 14, 2004
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Vamos celebrar a ... (por conta do leitor)
Segundo os organizadores, cerca de 1,8 milhão de pessoas participaram, no domingo (13), do que veio a ser a maior Parada Gay do mundo. Até mesmo a Prefeita Marta Suplicy (PT) fez discurso... afinal, são mais de um milhão de votos que podem ser garantidos em apenas uma tarde.
O evento não parece ter propósito, a partir do momento em que os gays ali na avenida, principalmente os que se montam e saem passeando com o peito de silicone industrial à mostra (e até mesmo deformado), são motivos de risadas de algumas pessoas que não sabem nem o que está acontecendo naquela tarde (acredite). Piada dos senhores que ficam sentados em bares da redondeza ou até mesmo dos próprios PM´s. É esse respeito que se busca, através do riso?
Aliás, se o propósito é buscar o respeito, não deveríamos ser mais civilizados? Acredito que tanto um casal hétero como um homossexual, não deveria fazer sexo livremente nas ruas/praças para todo mundo ver. E o tema (homossexualidade) deveria ser abordado em salas de aula para os adolescentes sim, mas o que irão pensar estes sobre os homossexuais que são visto fazendo sexo oral em outro homem, sem o menor pingo de vergonha, em plena rua? Não adianta querer mudar a cabeça das pessoas, sem educar todas essas primeiro.
No entanto, aquele era o dia em que ninguém era de ninguém e tudo foi liberado - homem com homem, mulher com mulher, mulher com homem e vice-versa - para no dia seguinte, tudo voltar ao """normal""". Um belo carnaval de cores fortes fora de época, no qual vovós ficavam pulando felizes (e vendo os dançarinos semi-nus de bunda de fora - afinal, o importante é se destacar o máximo possível) sem nem mesmo terem noção do que estava acontecendo... e olha que nem estávamos em fevereiro.
Eu particularmente... achei um saco. Mas, pelo menos fui para tirar minhas próprias conclusões. Para aqueles que gostam do dia... ótimo. Não tenho nada contra. Mas, acredito que existem outras formas para se conquistar um espaço dentro da sociedade... as mulheres não conseguiram? Mesmo que ainda estejam lutando, há uma notável diferença da mulher atual em relação àquela de 60 anos atrás (e aquele lance de queimar de sutiã em praça pública, se você ainda não sabe, nunca existiu... acredite - mais informações, fale comigo ou vá ler mais sobre o assunto). O maior problema é que as minorias não sabem o poder que tem em mãos, perdendo as bases com qualquer sistema imposto pelas maiorias... chega... vou dormir. (Eu andei lendo muito Félix Guattari)
Ponto alto: Ver a Ofrásia, do programa A Casa é Sua - porque ela é o máximo.
Ponto baixo: Era o que não faltava.
Trilha do Post:
Elliott Smith, o disco Elliott Smith
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