A Camp, Aimee Mann, Alana Davis,
Ani DiFranco, Arcade Fire, Basement Jaxx, Ben Kweller, Beth
Orton, Carina Round, Carla Werner, Casey Dienel, Cerys Matthews,
Coldplay, David Gray, Elliot Smith, Eurythmics, Fiona Apple,
Frou Frou, Garbage, Hole, Imogen Heap, Jeff Buckley, Joanna
Newsom, Jon Brion, Joni Mitchell, Juana Molina, Kanye West,
Kate Bush, Kylie Minogue, Lamb, Leona Ness, Lisa Loeb, Liz
Phair, Martina Topley-Bird, Maxïmo Park, Melissa Auf Der Maur,
M.I.A., Missy Elliott, Natalie Merchant, Nellie McKay, Nikka
Costa, Nina Simone, No Doubt, Norah Jones, Outkast, Paula
Cole, Peaches, Pete Yorn, Radiohead, Regina Spektor, Rufus
Wainwright, Shannon Wright, Shelby Lynne, Sheryl Crow, The
Cardigans, The Killers, The Streets, The White Stripes, Tori
Amos, Yann Tiersen, Yeah Yeah Yeahs, Zero 7, ... e muitas
outras cositas.
A Cor Púrpura, Antes do Amanhecer,
Antes do Pôr-do-Sol, Amadeus, Amores Brutos, As Horas, Boogie
Nights, Brilho Eterno, Caindo na Real, Central do Brasil,
Clube da Luta, Cidadão Kane, Corra Lola Corra, Dançando
no Escuro, Donnie Darko, Ed Wood, Elefante, Embriagado de
Amor, Empire Records, Encontros e Desencontros, E Sua Mãe
Também, Evil Dead, Fantasia, Fargo, Hedwig, História Real,
Janela Indiscreta, Magnólia, O Bebê de Rosemary, O Casamento
de Muriel, O Fabuloso Destino de Amèlie Poulain, O Iluminado,
O Mágico de Oz, O Piano, O Povo Contra Larry Flynt, O Que
Terá Acontecido à Baby Jane?, Os Excêntricos Tenenbaums,
Os Incríveis, Pequena Miss Sunshine, Pi, Psicose, Quanto
Mais Quente Melhor, Quase Famosos, Réquiem Para um Sonho,
Seven, Thelma & Louise, Vertigo...
Eu sabia que esse dia iria chegar. E chegou. São quase cinco anos, sem contar nossas aventuras nas épocas em que éramos usuários do BliG.
Nossa relação não desgatou, muito pelo contrário. Sempre foi aberta, permitindo-me conhecer pessoas maravilhosas. Muitas consideradas grandes amigos, indo além do monitor do computador, e-mails e MSNs. E esse foi o maior presente, conhecer esses AMIGOS.
Este espaço está marcado por acontecimentos, idéias e observações. Há os elementos bons, ruins, engraçados, de saudades e alegrias. Sensações que movem qualquer ser-humano.
the.way.things.are talvez muitos nunca perceberam que seu nome se escreve com esses pontos, mas as coisas são assim, às vezes passam despercebidas.
Você sabe muito de mim. Afinal, leu cada posts, inclusive aqueles que nunca sairam do rascunho e continuam armazenados em algum servidor do blogger esperando o momento certo.
Mas é aquela coisa... o dever me chama e você entenderá. Se hoje um passo está sendo dado é por causa de você the.way.things.are.
O espaço aqui não será arquivo morto. É um parte de mim que fica. Alguma bagagem levo comigo aos poucos na mudança, outras deixo para relembrar.
"Don't be shy you learn to fly
And see the sun when day is done
If only you see" (*)
Obrigado the.way.things.are. Palavras me faltam como você pode perceber pela trilha do post.
(06/08/2003 - 02/05/2007)
Quando você ficar com saudades, sabe o caminho para me encontrar...
Após a separação da dupla Sandy e Júnior, motivos de piada não faltam. Principalmente na Internet. A mais popular atualmente é a Força, Júnior que rende movimentos no Orkut, MSN e sites.
A contribuição da loja virtual Cove, de Porto Alegre, para o movimento é a camiseta com uma ilustração do cantor no início da carreira com o texto "Força, Júnior".
E claro, o mullet clássico não faltou.
Está ali. Registrado.
Trilha do Post:
Björk - "Earth Intruders" Rufus Wainwright - "Going to a Town"
Arctics Monkeys gostam de Strokes e Amy Winehouse?
A informação até pode ser verdadeira. Essa semana, os meninos do Arctic Monkeys fizeram um cover de Amy Winehouse ("You Know I'm No Good") e outro do Strokes ("Take It or Leave It") num programa de rádio da BBC.
Apesar da canção do Strokes continuar sendo uma canção do Strokes, a nova roupagem dada para a música de Amy Winehouse caminha para para um lado mais Bloc Party, mantendo-se uma canção pop. Vale a pena conferir. Aproveite o link, enquanto eles duram:
Arctic Monkeys - "You Know I'm No Good" (MP3)
Arctic Monkeys - "Take It or Leave It" (MP3)
Estreou hoje, o clipe do primeiro single de American Doll Posse, novo disco de Tori Amos. A colagem de fotos do encarte é divertida ao ponto da tosquice e amadorismo do vídeo - praticamente feito no PowerPoint.
O single "Big Wheel" tem um pegada pop/country auxiliada de um piano marcado, ao estilo da faixa "Wednesday" (do disco Scarlet´s Walk), e ganha pontos na letra.
Na canção, Amos busca elementos de todos os seus trabalhos. Fala sobre religião ("so you are a superstar / get off the cross we need the wood"), mulheres no comando ("but baby I don't need your cash / mama got it all in hand now") e sexo de forma divertida na seqüência mais tosca do vídeo ("I - I - I am a M-I-L-F / don't you forget") - ou seja, não dá para saber exatamente para quem é a música, mas a diversão é certa.
Year Zero, novo trabalho do Nine Inch Nails, já mostra para o que veio em sua faixa de abertura, a apocalíptica "Hyperpower!" servindo de introdução para "The Beginning of the End".
A proposta é estabelecer um marco com novas técnicas e sonoridades, sem desvencilhar a identidade dos trabalhos anteriores de Trent Reznor. A brutalidade nos instrumentos e vocais ("Survivalism") é executada de forma sublime quando os elementos eletrônicos são aplicados nas canções ("Vessel" / "The Warning").
O conceito do disco está baseado na administração de George W. Bush, porém com uma idéia futurista - daqui a 15 anos - quando um governo totalitarista comandará os EUA e seus objetivos serão guerras e destruição. O ano zero, aos olhos do grupo, é definitivamente o fim dos dias comandados por um homem. Assim como deixa clara a batida eletrônica massante de "Capital G" e sua primeira frase - "I pushed a button and elected him to office and / He pushed a button and it dropped a bomb".
"The Great Destroyer" chega ao seu ápice explodindo numa confusa mixagem que remete ataques e clima de paranóia. Em seguida, na composição "Another Version of the Truth", uma faixa instrumental conduzida por acordes de piano, cria-se uma atmofesra de esperança nesse mundo caótico criado por Reznor.
Com este olhar do futuro, repleto de conspirações e destruição, o Nine Inch Nails volta com um trabalho acessível, e ao mesmo tempo denso, a qualquer tipo de ouvinte.
Clipe de "Survivalism"
Dica de download:
"My Violent Heart", "In This Twilight" e "Capital G"
Trilha do Post:
O disco em si - você pode escutá-lo aqui.
Criado em 2001 pelo guitarrista norte-americano Ian MacKaye e a baterista Amy Farina, sua esposa. Nos anos 80 e 90, MacKaye esteve à frente de três bandas hardcore: Fugazi, Minor Threat e Embrace. O The Evens, com esta formação de guitarra e bateria (a mesma do White Stripes), faz o que chamam de hard-folk e tem dois discos gravados (The Evens e Get Evens).
O show da banda aconteceu no Santander Cultural (25/03) para um grupo de 200 pessoas. Como Ian deixou claro no início, não haveria barreiras entre eles e o público. Ambos funcionam muito bem no palco, cada um com agilidade e precisão em seu instrumento - sem contar o vocal adorável e marcante de Amy e a guitarra de MacKaye que soa em momentos como um baixo.
Lá pelo meio do show, Ian inicia uma conversa de como as pessoas conhecem as suas músicas, na verdade uma pergunta. A resposta dada pelo próprio, é clara: tudo via internet. Eles mostram-se totalmente a favor desta troca. Afinal de contas, um CD é apenas uma caixa de plástico e se nós, brasileiros, não podemos adquirir um desses, restou apenas a Ian dizer "Thank You" pelos vários downloads, pois seria egoísmo não compartilhar suas canções.
Algumas das músicas apresentadas foram "Cut from the Cloth", "Shelter Two", "Blessed Not Lucky", "Dinner with the President", "No Money" e "Until They're Clear", canção dedicada a todos no ambiente. É interessante como a banda interage com o público fazendo comentários sobre algumas das canções ou pedindo a participação das pessoas nos refrões (ensinando antes de iniciar as músicas, as frases a serem cantadas).
Praticamente, um show privado - o qual ainda tenho o privilégio de colocar um vídeo aqui (feito no amadorismo, desculpe)
"Crude Bomb" ao vivo, melhor que no disco
No final da apresentação, quando todos se preocupavam em puxar uma conversa com MacKaye, restou a mim chamar a adorável Amy Farina para uma fotinho.
Maude Maggart nasceu em Nova Iorque e tinha grandes chances de ingressar no meio artístico. Seus pais são veteranos da Broadway (Brandon Maggart e Diane McAfee) e sua irmã a cantora Fiona Apple - com quem divide a faixa "It's Only a Paper Moon" no álbum With Sweet Despair.
Seguindo uma linha oposta à da irmã, Maude oferece um delicioso repertório com arranjos dos anos 20 e 30. Sua atitude clássica e vocal cristalino transporta o seu ouvinte à era da Depressão norte-americana. As composições são pequenas jornadas que vagam entre o belo e sujo do amor. Suas canções são interpretadas como acontecimentos de sua vida.
Com interpretações de Irving Berlin, Cole Porter e outros grandes músicos norte-americanos, a crítica a considera a atual musa do cabaret. Maude necessita apenas de um piano, um cello e violinos para montar uma atmosfera única e regressar no tempo.
No seu álbum Maude Maggart Sings Irving Berlin (foto), um de seus melhores, a cantora selecionou as primeiras obras entre as mais de 1.500 que Berlin escreveu ao longo da carreira. Em relação ao trabalho do compositor, a artista afirma que são composições modestas. De linguagem simples e popular, provavelmente porque ele aprendeu inglês nas ruas. No entanto, é musicalmente que atinge o seu auge de forma pura. Maude afirma que "sentimentos são sentimentos independentes de quando foram escritos".
Quando questionada sobre outros estilos de música, Maggart responde: "Vamos ver. Tenho uma mente aberta: pop, rock, hip-hop, R&B". Seu ecletismo inclui: Linda Eder, Chaka Khan, Destiny´s Child, Ani DiFranco, "e, claro que, minha irmã".
Dica de download: Alexander's Ragtime Band" (), "Pack up Your Sins and Go to the Devil/Everybody Step" () e "Forty-Second Street/Boulevard of Broken Dreams" ()